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	<title>TRADUÇÃO TÉCNICA &#124; TRADUÇÃO INGLÊS &#124; FAZEMOS TRADUÇÃO DE TEXTOS &#124; EMPRESA DE TRADUÇÃO &#124; TARDUÇÃO TÉCNICA &#124; TRADUÇÃO DE DOCUMENTOS &#124; TRADUÇÃO DE TEXTOS &#124; TRADUZIMOS PRA VOCÊ &#187; admin</title>
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		<title>Fazendo redações</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:46:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A base para uma boa redação é sempre saber criticar bem os assuntos tratados. Por isso, você tem de estar bem informado, se realmente quiser criticar algo com sabedoria e razão. Saber discutir fatos ocorridos no Senado é saber escolher entre o SIM e o NÃO &#8211; jamais fique no &#8220;talvez&#8221;, &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;pode ser&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A base para uma boa redação é sempre saber criticar bem os assuntos tratados. Por isso, você tem de estar bem informado, se realmente quiser criticar algo com sabedoria e razão. <span id="more-469"></span>Saber discutir fatos ocorridos no Senado é saber escolher entre o SIM e o NÃO &#8211; jamais fique no &#8220;talvez&#8221;, &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;pode ser&#8221; no meio de uma redação, pois você tem de ter OPINIÃO (claro que ela deve estar &#8220;tudo a ver&#8221; com o tema; caso contrários você não estará criticando nada, e sim estará assinando o contrato para ser criticado) &#8211; com sabedoria. Porém, faça isso sempre respeitando tudo, com CAUTELA e muita EDUCAÇÃO. Criticar não é apenas falar coisas &#8220;ruins&#8221;, e sim falar de coisas &#8220;boas&#8221; também.</p>
<p>-<strong>Tenha sempre uma boa rede de informações<br />
</strong>Bom, como disse anteriormente, para saber criticar, é preciso estar bem informado, e estar a par de absolutamente todos os acontecimentos do mundo. Tente assistir todos os dias aos telejornais de qualidade, que discutam sobre assuntos variados &#8211; curiosidades, acidentes, futebol. Enfim, TUDO -, sempre nos mínimos detalhes. Navegue em sites de notícias que são atualizadas a cada minuto; leia jornais locais; compre revistas que comentem todo tipo de manchete; leia todo tipo de informativo que puder.<br />
Mesmo que você encontre uma notícia &#8220;bananinha&#8221;, leia-a com atenção; quem sabe lhe seja útil em algo futuramente? Não importa o que seja, leia, releia e leia de novo. Sem uma boa variedade de informações, a pessoa não é capaz nem de criticar, que é a base para se produzir um bom texto.</p>
<p>-<strong>Escreva em português, não em grego nem alemão<br />
</strong>Bem, a dica mais óbvia é essa: a sabedoria de português. Claro que a crítica e a criatividade são os mais importantes na hora da &#8220;apuração&#8221;, digamos, dos pontos; porém, a gramática é essencial para qualquer coisa que se almeje na vida. Não adianta a pessoa possuir uma boa crítica e boas opiniões; saber escrever corretamente é terminantemente fundamental. Em suma, basicamente todo bom redator deveria aprender com os próprios erros na escrita, e já deveria estar sabendo gramática corretamente&#8230;</p>
<p>-<strong>Saiba &#8220;juntar&#8221; as informações que você tem<br />
</strong>Vamos supor que a redação esteja &#8216;pedindo&#8217; para você escrever um texto sobre a TV Digital. Então, você sabe que a tecnologia possui maior e melhor resolução em relação à TV comum. E também sabe que o preço de um conversor agora não sai por menos de 700 reais. Ou seja, para você &#8220;inserir&#8221; isso numa redação, você teria que separar parágrafos falando desses pontos. Por exemplo; escreva ao lado da folha o seguinte: Parágrafo um [...]; parágrafo dois &#8211; falar dos benefícios da TV Digital em relação à TV usual; parágrafo três [...]; parágrafo quatro &#8211; comentar o preço de um conversor de TV Digital no Brasil; e por aí vai. Ou seja, você tem que fazer como num roteiro qualquer, separando cada ponto em um parágrafo diferente.<br />
Ou então, você pode optar por comentar pontos diferentes num mesmo parágrafo. Por exemplo; a TV Digital possui benefícios tal tal tal em relação à TV comum, e blá blá blá. A novidade é ótima, porém o preço de um conversor atualmente não sai por menos de 700 reais, por isso, blá blá blá. Resumindo, você começa com um assunto, mas de algum jeito acaba &#8220;partindo&#8221; para outro ponto relacionado ao que está em questão.</p>
<p>-<strong>Separe a redação em pontos e verifique a existência da narrativa</strong><br />
Para as redações cujo tema seja a criação de histórias/contos, a dica é sempre verificar a existência dos básicos &#8220;apresentação, clímax e desfecho&#8221;. Há outros pontos também existentes, mas esses três<br />
são os fundamentais para qualquer tipo de narração. Faça sempre as perguntas para si mesmo: &#8220;Qual é o clímax? Ele realmente existe? E o desfecho, dá um &#8216;ponto final&#8217; ao clímax? A apresentação realmente apresenta alguma coisa/alguém?&#8221;<br />
Na realidade, há também conflitos que vêm antes do clímax, que também são importantes. Verifique a existência deles na redação, podem ser úteis na hora do desenrolar da trama.</p>
<p>-<strong>Não seja uma máquina de xerox<br />
</strong>Tão óbvio quanto quanto saber gramática.<br />
Criatividade nessa parte, certamente, é indispensável. Não adianta copiar um trecho de algum lugar em que você o tenha lido, caso esteja relacionado ao assunto, pois você não saberá como terminar seu texto. É os mesmo que escrever o seguinte trecho, o qual você copiou de algum lugar: &#8220;Dona Rosinha saiu para passear, e de repente teve um atque cardíaco no meio da neve por onde passava&#8221; (OK, exagerei um pouco nessa). Você obviamente terá de explicar o motivo do ataque cardíaco, e nem sempre as pessoas sabem a origem da doença. E não adianta dar um desfecho à história sem essa explicação, pois tal ato implicará na descontagem de valiosos pontos.</p>
<p>-<strong>Saiba IMPROVISAR</strong><br />
É importante saber que, ao escrever algo, ocorre um inesperado logo no meio do texto. E, muitas vezes, é preciso apagar desde o início, e começar tudo novamente. Certamente dá muita raiva quando acontece isto, e para que não ocorra mais, é preciso saber &#8220;improvisar&#8221;.<br />
Sempre que você tiver uma &#8220;idéia revolucionária&#8221; na cabeça, há grandes chances de não dar certo. E, pior: você só descobre isso quando está no finalzinho da redação. E você logo pensa: &#8220;Vou ter de apagar tudo de novo!&#8221;. Mas nem sempre isso é necessário. A sua &#8220;idéia revolucionária&#8221; é revolucionária pois é criativa e tem tudo para te salvar da nota vermelha, sendo assim, após pensar em apagar tudo e recomeçar, teria que desmanchar essa mesma idéia e criar uma nova. Ou seja, vai ter que finjir que a idéia revolucionária nem existiu.<br />
Mas nunca opte por outra. Se você gostou da sua história só por causa dessa idéia, não vale a pena priorizar outros pontos da trama que nem eram tão legais e ter de apagar justo a única coisa fez a sua redação realmente valer a pena. Então, prefira APAGAR TUDO O QUE &#8220;NÃO BATE&#8221; com a idéia, e fazer com que esses itens se tornem &#8220;tudo a ver&#8221; com o pensamento principal. O intruso não é a idéia, e sim esses itens &#8220;nada a ver&#8221; com ela.<br />
Resumindo, quando você tem uma boa idéia (desde que ela seja revolucionária mesmo, se não, não valerá a pena), não desista dela, e ao invés de apagar o Messias da sua redação, apague os intrusos que se opõem a ele. Entende?<br />
-<strong>Leia, leia e leia! Ouvir também, aliás&#8230;</strong><br />
Dizem que o bom redator é aquele que lê incansavelmente livros e textos de todo o tipo. E eu concordo totalmente com isso. Só aprendi a fazer redações lendo muito, e acho que muitos também passaram por isto. Então, a dica que prevalesce sobre todas as outras é LER tudo o que você for capaz. Livros, revistas, jornais, folhetos, anúncios, enfim, leia TUDO, sobre assuntos variados, como eu já citei lá em cima, no início. Ao ler, você acaba &#8220;pegando o jeito&#8221; do autor. Passa a escrever mais ou menos como ele, acredite. E, se ele escreve bem, melhor ainda. Você estará passando a escrever BEM COMO ELE.<br />
Outra coisa que também é importante; ouça rádios (noticiários, digo), debates, podcasts, e tudo o que você achar que envolva formalidade. A pessoa acaba escrevendo tudo formalmente também, principalmente se o que ela estiver escrevendo for uma crítica. Passa a criticar melhor, e com mais formalidade.</p>
<p>-<strong>E, a dica final&#8230; faça tudo com muito entusiasmo!<br />
</strong>Concorda comigo que, quando está feliz, uma pessoa faz tudo bem melhor e mais bem feito? Numa prova, por exemplo, a pessoa acerta logo as primeiras cinco questões com facilidade. Esse &#8220;entusiasmo&#8221; vai servir como um &#8220;combustível&#8221; para ela terminar a prova sem nervosismo, e também a incentivará a fazer todas as questões com calma, pois vê que é completamente capaz. Pois é, na redação é simplesmente a mesmíssima coisa.</p>
<p><em>Fonte: Mundovestibular &#8211; Erika</em><br />
Bom, resumindo tudo agora. Para se escrever uma boa redação, é preciso:<br />
-saber criticar<br />
-estar sempre bem informado de tudo o que acontece no mundo<br />
-saber o básico de gramática e língua portuguesa<br />
-saber &#8220;juntar&#8221; tudo o que você sabe do assunto pedido na prova/trabalho<br />
-no caso de histórias, separar a redação em pontos como apresentação, clímax e desfecho; além de se perguntar se há a presença dos mesmos<br />
-ser criativo e não copiar<br />
-ter bons improvisos<br />
-ler e ouvir tudo o que você puder, de livros a simples folhetos<br />
-ter entusiasmo em tudo o que fizer<br />
-e, o principal: seguir tudo isso, além de ter uma boa percepção para poder discutir tudo o que for necessário!</p>
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		<title>Dicas de Português &#8211; Ter, pôr, vir e ver</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 13:46:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos são os verbos que trazem dificuldades ao cidadão comum; certamente você já enfrentou problemas com eles ao falar ou ao escrever uma frase qualquer. Os verbos ter, pôr, vir e ver são alguns deles. Vamos a eles:
A primeira dificuldade, em relação aos verbos ter, ver e vir, é a acentuação. Como se escrevem? Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os verbos que trazem dificuldades ao cidadão comum; certamente você já enfrentou problemas com eles ao falar ou ao <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">escrever uma frase </a>qualquer. Os <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">verbos ter, pôr, vir e ver </a>são alguns deles. Vamos a eles:</p>
<p>A primeira dificuldade, em relação aos verbos ter, ver e vir, é a <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">acentuação</a>. Como se escrevem? Com um e só? Com dois ee? Com <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">acento agudo</a>? Ou circunflexo?<span id="more-466"></span></p>
<p>Os <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">verbos</a> ter e vir serão escritos com um &#8220;e&#8221; só e com acento circunflexo (^) quando o elemento que tem algo ou que vem a algum lugar ou de algum lugar (o sujeito) estiver na terceira pessoa do plural (eles, elas, vocês&#8230;) do presente do indicativo (Todos os dias&#8230;). Teremos, então, frases como &#8220;Todos os dias eles têm que estudar&#8221;; &#8220;Elas vêm até aqui para conversar&#8221;; &#8220;Vocês têm coragem?&#8221;. Se o sujeito estiver no <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">singular</a>, não haverá acento algum: &#8220;Todos os dias ele tem de estudar&#8221;; &#8220;Ela vem até aqui para conversar&#8221;; &#8220;Você tem coragem?&#8221;.</p>
<p>Os <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">derivados desses dois verbos </a>(manter, conter, deter, reter, intervir, provir, convir&#8230;) receberão acento agudo quando o sujeito for a segunda pessoa do singular (tu) ou a terceira pessoa do singular (ele, ela, você&#8230;) e receberão acento circunflexo quando o sujeito estiver na terceira pessoa do plural (eles, elas, vocês&#8230;). Teremos, então, frases como &#8220;O deputado diz que mantém sua palavra&#8221;; &#8220;Essas caixas provêm dos Estados Unidos&#8221;; &#8220;Tu deténs teus ímpetos?&#8221;. Já o verbo ver e seus derivados serão escritos com dois ee, com acento circunflexo no primeiro deles, quando o sujeito estiver na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Teremos, então, frases como &#8220;Os meninos vêem os jogos da seleção sempre&#8221;; &#8220;Alguns homens dizem que prevêem o futuro&#8221;. Se o sujeito estiver no singular, esses verbos serão escritos com um &#8220;e&#8221; só e com acento circunflexo. Teremos, então, frses como &#8220;O menino vê os jogos da seleção sempre&#8221;; &#8220;Aquele homem diz que prevê o futuro&#8221;.</p>
<p>A segunda dificuldade, em relação aos verbos ter, pôr, vir e ver, é a conjugação deles em certos tempos e modos. O certo é &#8220;quando eu pôr&#8221; ou &#8220;quando eu puser&#8221;? &#8220;Se eu vir ao colégio&#8221; ou &#8220;Se eu vier ao colégio?&#8221;</p>
<p>O tempo verbal denominado pretérito imperfeito do subjuntivo indica hipótese, condição, é iniciado pela conjunção &#8220;se&#8221; ou pela <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">conjunção</a> &#8220;caso&#8221;, é caracterizado pela desinência &#8220;sse&#8221; e geralmente acompanhado de outro verbo no futuro do pretérito do indicativo, tempo caracterizado pela desinência &#8220;ria&#8221;: &#8220;Se eu estudasse mais, conseguiria melhores notas&#8221;; &#8220;Caso estudássemos mais, conseguiríamos melhores notas&#8221;.</p>
<p>O tempo verbal denominado futuro do subjuntivo indica possibilidade futura, é iniciado pela conjunção &#8220;quando&#8221; ou pela conjunção &#8220;se&#8221;, é caracterizado pela desinência &#8220;ar&#8221;, &#8220;er&#8221; ou &#8220;ir&#8221; e geralmente acompanhado de outro verbo no futuro do presente do indicativo: &#8220;Se eu estudar mais, conseguirei melhores notas&#8221;; &#8220;Quando estudarmos mais, conseguiremos melhores notas&#8221;.</p>
<p>Esses dois tempos <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">verbais</a> são formados a partir de outro tempo denominado pretérito perfeito do indicativo, que indica ação ocorrida no passado em determinado momento: &#8220;Ontem eu conversei com a Giovana&#8221;. A terceira pessoa do plural desse tempo é caracterizada pela desinência &#8220;ram&#8221;: &#8220;Ontem eles conversaram com a Giovana&#8221;. Se retiramos as duas últimas letras dessa desinência (&#8221;a&#8221; e &#8220;m&#8221;), formaremos a base para o futuro do subjuntivo. Se retirarmos também a letra &#8220;r&#8221; e acrescentarmos a desinência &#8220;sse&#8221;, formaremos a base para o pretérito imperfeito do subjuntivo. Vejamos, então: &#8220;Ontem eles conversaram&#8221; é o verbo conversar no pretérito perfeito do indicativo; &#8220;Quando ele conversar&#8221;, no futuro do subjuntivo; &#8220;Se ele conversasse&#8221;, no pretérito imperfeito do subjuntivo.</p>
<p>Agora analisemos os verbos apresentados como <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">problemáticos</a> &#8211; ter, pôr, vir e ver: Ontem eles tiveram, eles puseram, eles vieram e eles viram = pretérito perfeito do indicativo; Se ele tiver, se ele puser, se ele vier, se ele vir (&#8221;vir&#8221;, do verbo ver) = futuro do subjuntivo; se ele tivesse, se ele pusesse, se ele viesse, se ele visse = pretérito imperfeito do subjuntivo. O mesmo acontece com os derivados desses verbos: Se eu mantivesse, se eu detivesse, se eu propusesse, se eu compusesse, se eu interviesse, se eu proviesse, se eu previsse, se eu antevisse, quando eu detiver, quando eu retiver, quando eu intervier, quando eu provier, quando eu previr, quando eu antevir.</p>
<p>A terceira dificuldade, em relação a ver e vir, também é referente à <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">conjugação</a>, mas agora o problema são palavras semelhantes: vir, vimos&#8230;</p>
<p>&#8220;Vir&#8221; tanto pode ser o infinitivo do verbo vir quanto o futuro do subjuntivo do verbo ver: &#8220;Se você o vir (verbo ver), diga-lhe para vir (verbo vir) até aqui. O mesmo se sucede com todas as pessoas: &#8220;Se vocês os virem, digam-lhes para virem até aqui&#8221;.</p>
<p>&#8220;Vimos&#8221; tanto pode ser a primeira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo vir quanto a primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo do verbo ver: &#8220;Nós vimos aqui agora porque ontem nós vimos o que aconteceu com você&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Fonte:DÍLSON CATARINO<br />
especial para o Fovest Online</p>
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		<title>Reforma Ortográfica</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:21:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 29 de setembro, o decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O evento aconteceu no Rio de Janeiro, em cerimônia na Academia Brasileira de Letras, durante sessão solene de celebração dos cem anos de morte de Machado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 29 de setembro, o decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O evento aconteceu no Rio de Janeiro, em cerimônia na Academia Brasileira de Letras, durante sessão solene de celebração dos cem anos de morte de Machado de Assis.<br />
O acordo entrou em vigor em janeiro de 2009, mas as duas normas ortográficas &#8211;a atual e a prevista no acordo&#8211; poderão ser usadas e aceitas como corretas nos exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios escritos até dezembro de 2012.</p>
<p>A reforma ortográfica prevê mudanças na língua portuguesa, como o fim do trema, a supressão de consoantes mudas, novas regras para o emprego do hífen, inclusão das letras w, k e y ao idioma, além de novas regras de acentuação.</p>
<p>A medida, segundo o MEC (Ministério da Educação), deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa.</p>
<p>Acordos frustrados<br />
Esta não é a primeira vez que países que integram a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) tentam estabelecer normas comuns para a ortografia do idioma. A ideia sempre foi unificar o registro escrito nos oito países que falam português: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.</p>
<p>Segundo Domício Proença Filho, membro da ABL (Academia Brasileira de Letras), a ortografia da língua portuguesa tem sido preocupação de estudiosos desde o século 16, mas somente no século 20 é objeto de regulamentação.<br />
Em 1975, o acordo ortográfico, elaborado pela Academia Brasileira de Letras e pela Academia das Ciências de Lisboa, não foi aprovado por motivos de caráter político. Uma nova tentativa aconteceria em 1986, estimulada pelo acadêmico Antonio Houaiss. Pelas normas comuns definidas na época, a unificação da grafia aconteceria em 99,5% do vocabulário geral da língua. A aprovação foi impedida por reações polêmicas, segundo Proença Filho. </p>
<p>Já em 1990, mais um novo documento é elaborado, com base nos acordos não aprovados de 1975 e 1986. O texto final, destinado a unificar a grafia de 98% do vocabulário geral do idioma, foi assinado em Lisboa por representantes das nações de Língua Portuguesa. O documento foi aprovado pelos congressos de Portugal e Cabo Verde. Em 1995, foi aprovado por parlamentares brasileiros. </p>
<p>Em 1996, com a criação da CPLP, os países assinaram um protocolo modificativo do acordo, em 1998, alterando a data de vigência. Em 2004, foi assinado um novo protocolo modificativo para a adesão do Timor-Leste às normas, já que o país conquistou sua independência em 2002. </p>
<p>Fonte: Redação UOL Educação &#8211; SP</p>
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		<title>Como lidar com Gerúndio</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:39:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Não devemos usar o gerúndio para reforçar a idéia de progressividade no futuro. Vejam alguns exemplos:
 Eu vou estar estudando o projeto de lei. Estaremos transferindo a quantia amanhã.
 As frases adequadas são: Eu estudar o projeto de lei. Transferiremos a quantia amanhã.
 É um problema o emprego do gerúndio, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Não devemos usar o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">gerúndio</a> para reforçar a idéia de progressividade no futuro. <span id="more-462"></span>Vejam alguns exemplos:</p>
<p> Eu vou estar estudando o projeto de lei. Estaremos transferindo a quantia amanhã.</p>
<p> As frases adequadas são: Eu estudar o projeto de lei. Transferiremos a quantia amanhã.</p>
<p> É um problema o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">emprego do gerúndio</a>, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração subordinada adverbial e, de certo modo, uma função adjetiva. Para ser bem empregado, o gerúndio deve estar o mais perto <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">possível</a> do sujeito ao qual se refere.</p>
<p> </p>
<p>Exemplo:</p>
<p> Vi teu filho nadando.</p>
<p> Nadando, vi teu filho. (o sentido é diferente)</p>
<p> O gerúndio traz vários significados diferentes. Abaixo alguns exemplos:</p>
<p> </p>
<p>» Gerúndio modal: Chegou alegrando o ambiente.</p>
<p> » Gerúndio temporal. Indica contemporaneidade entre a ação expressa pelo verbo principal e o gerúndio: Vi Henrique conversando.</p>
<p> » Gerúndio durativo: Ficou escrevendo seu livro.</p>
<p> » Gerúndio cuja ação é imediatamente anterior à do verbo principal: Estudando, passou no vestibular em primeiro lugar.</p>
<p> » Gerúndio concessivo: Chovendo, não iria à festa.</p>
<p> » Gerúndio explicativo: Vendo que a suspensão não funcionava, o piloto chamou o mecânico.</p>
<p> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: right"><em>Fonte: Julio Batisti</em></p>
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		<item>
		<title>Editor fala de como uma tradução pode piorar ou até melhorar um texto</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 19:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TRADUÇÃO DE TEXTOS]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Juliana Simonetti &#8211; Redação Cruzeiro do Sul
Antes de encarar clássicos como “Dom Quixote”, de Cervantes, “Guerra e Paz”, de Tolstói, ou “Ulisses”, de James Joyce &#8211; trajetórias que, sem dúvida, exigirão fôlego do leitor -, para garantir que o caminho seja recompensador e percorrido sem grandes percalços, vale a pena pesquisar qual a melhor tradução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=42&amp;id=257093">Juliana Simonetti &#8211; Redação Cruzeiro do Sul</a></p>
<p style="text-align: left;">Antes de encarar clássicos como “Dom Quixote”, de Cervantes, “Guerra e Paz”, de Tolstói, ou “Ulisses”, de James Joyce &#8211; trajetórias que, sem dúvida, exigirão fôlego do leitor -, para garantir que o caminho seja recompensador e percorrido sem grandes percalços, vale a pena pesquisar qual a melhor<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> oferecida no mercado editorial brasileiro, senão corre-se o risco de trocar gato por lebre. Ponte entre o leitor e o autor, o tradutor, que é apresentado nas primeiras páginas do livro e que muita gente nem dá muita importância, é peça-chave na literatura estrangeira e pode, facilmente, levar o leitor a amar ou odiar uma obra, com ou sem razão. “Tem gente que diz que não conseguiu passar das primeiras páginas de Dom Quixote, por exemplo. Na maioria das vezes, essa pessoa pode ter em mãos uma má <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> ou, na melhor das hipóteses, uma<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> desatualizada. Neste caso, engana-se o leitor ao dizer que não gostou de Cervantes. Ele não leu Cervantes”, explica Nelson Fonseca Neto, 32, que é professor de literatura e proprietário de uma livraria na cidade.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-458"></span>Na literatura russa o problema pode ser ainda mais grave, já que muitas editoras trabalham com a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> indireta, ou seja, do russo para o francês (ou <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">inglês</a>, espanhol&#8230;) e, posteriormente, do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">francês para o português</a>. “Perde-se muita coisa. Os franceses tendem a aparar as pontas e fazer isso com Dostoiévski, por exemplo, é fatal”, comenta.</p>
<p style="text-align: left;">Nelson, que trabalhou na preparação de originais da editora Cosac Naify e ajudou na <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> de “Rockers” (de Bob Gruen) , diz que não é incomum encontrar <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">traduções</a> que desfiguram o texto original. “Tem muito autor que tem um tom mais coloquial e simples, e quando você vê a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a>, o texto aparece de maneira mais solene, o que compromete toda a compreensão do leitor. Há também casos em que o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a> parece querer simplificar as coisas ao leitor, e isso também é bastante perigoso.”</p>
<p style="text-align: left;">As dificuldades na<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> literária são grandes, pois além das questões relativas ao idioma, o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a> tem que estar atento para chegar o mais próximo possível da poética do autor, aos efeitos literários que se referem a características como a melodia do texto e até sua linguagem plástica. Gírias, trocadilhos, neologismos e regionalismos podem deixar as coisas mais difíceis. Na poesia, a complexidade chega a níveis ainda mais elevados. “São diversas sutilezas, por isso o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a>, além de um domínio profundo do idioma, deve ter uma veia criativa”, enfatiza Nelson. Por isso, muitos dos grandes tradutores também são autores: um caminho de duas vias.</p>
<p style="text-align: left;">Mas, afinal, é possível falar em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> perfeita, definitiva? Nelson acredita que é impossível pensar em uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> definitiva para textos literários. Até porque uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> pode ser boa para uma determinada época e ficar desatualizada ao longo do tempo, devido às modificações da própria linguagem vigente. “A<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> é uma tentativa de aproximação, algumas se aproximam com mais intensidade e intimidade. É uma tentativa de entrar no coração da literatura e isso é um trabalho que exige muita dedicação. Para você ter uma idéia, Bernardina da Silveira Pinheiro demorou cerca de sete anos para traduzir Ulisses. Você realmente tem que ser apaixonado pelo texto, não acha?”, explica.</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Homero de Campos ou Haroldo da Grécia?<span style="font-weight: normal;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align: left;">E a tal veia criativa de alguns <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutores</a> pode ser tão apurada que há casos em que a<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> revela-se melhor do que o texto original, como atesta o escritor argentino Jorge Luis Borges, autor de “Aleph”: “A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> de Baudelaire da obra de Poe é, evidentemente, superior ao texto de Poe, uma vez que Baudelaire tinha senso estético mais fino do que Poe”.</p>
<p style="text-align: left;">Nelson Fonseca Neto afirma que o mesmo aconteceu com uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> feita por Paulo Leminsky para uma obra de John Lennon, “Um atrapalhado no Trabalho”. “Lennon era um jovem imaturo na época. Acredito que Leminsky tenha sim melhorado o trabalho”, opina.</p>
<p style="text-align: left;">Há alguns casos em que é preferível utilizar o termo “transcriação” para determinadas traduções, como observa o sorocabano. “Sem dúvida é um processo bem mais arriscado”, explica. Haroldo de Campos, que além de poeta concreto tinha uma carreira sólida como <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a>, se arriscou pelos caminhos de “Ilíada”, de Homero. O resultado, segundo Neto, é bastante bom, apesar de se distanciar de Homero em sua opinião. “É de uma imaginação incrível. Tem horas que parece que você está diante de uma poesia concreta, mas está lendo, a princípio, Homero, entende?”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: left;">Sendo assim, é de se pensar no talento dos <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutores</a> de Paulo Coelho, não?</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Exemplos</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Nelson Fonseca Neto separou dois exemplos para que o leitor possa entender um pouco sobre como a<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a>influencia na leitura de uma obra. Na primeira frase de “Anna Kariênina”, uma das mais célebres aberturas de romance da história literária, de Tolstói, Nelson aponta duas disponíveis versões. O tradutor João Gaspar Simões apresenta, em edição da Nova Aguilar, o seguinte texto: “Todas as famílias felizes se parecem entre si; as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira”. Em uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> mais recente de Rubens Figueiredo, pela Cosac Naify, a frase é a seguinte: “Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira”.</p>
<p style="text-align: left;">“A mudança é bem sutil. Na primeira versão, as frases aparecem de maneira indireta, o que, num primeiro momento, não parece ser tão crítico. Mas pense que essas diferenças surgirão a cada linha de um romance de 800 páginas”, enfatiza.</p>
<p style="text-align: left;">Em “Irmãos Karamázov”, de Dostoiévski, podemos verificar o mesmo. Na <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> de Oscar Mendes, da Editora Nova Aguilar, novamente, são apresentadas construções indiretas. “Alieksiéi Fiódorovitch Karamázov era o terceiro filho de um proprietário de terras de nosso distrito, Fiódor Pávlovitch, tão conhecido em seu tempo (dele se lembram, aliás, ainda) pelo seu fim trágico, ocorrido há treze anos e de que falarei mais adiante”. Na<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> mais recente de Paulo Bezerra, direta do russo (Editora 34), tem-se: “Alieksiêi Fiódorovitch Karamázov era o terceiro filho do fazendeiro de nosso distrito Fiódor Pávlovitch Karamázov, muito famoso em sua época (aliás, ainda hoje é lembrado entre nós) por seu fim trágico e obscuro, ocorrido há exatos treze anos, e sobre o qual relatarei no devido momento”.</p>
<p style="text-align: left;">“As duas versões falam da mesma situação, mas como a segunda caminha melhor, né, não? Perceba como cada um resolveu a questão dos parênteses. A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> mais antiga já coloca vários obstáculos nas primeiras linhas, imagine o drama de ler quase mil páginas assim”, comenta Nelson.</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Cartas a um dedicado tradutor</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Autores como James Joyce ou Guimarães Rosa, que inventaram uma porção de palavras, podem dar forte dor de cabeça a seus tradutores. No caso de Rosa, como traduzir a palavra “tantamente” ou o que dizer de “quinculinculim” ou “amormeuzinho”?</p>
<p style="text-align: left;">Foi apostando nessa possibilidade que Guimarães Rosa inventou mais uma palavra: era preciso “traduzadaptar-se”, como disse a seu tradutor italiano Edoardo Bizzarri.</p>
<p style="text-align: left;">Para quem tem a curiosidade de espiar um pouco desse processo e enveredar-se pelo “coração da literatura” (como apontou Nelson Fonseca Neto), uma boa dica é o livro “Guimarães Rosa &#8211; Correspondência com seu tradutor italiano &#8211; Edoardo Bizzarri” (Editora Nova Fronteira).</p>
<p style="text-align: left;">Ao longo de dezenas de cartas é possível notar em Guimarães Rosa a generosidade do escritor e mergulhar em sua linguagem. Disse a Bizzarri em uma das missivas: “Não se prenda estreito ao original. Vôe por cima, e adapte, quando e como bem lhe parecer (&#8230;) Eu, quando escrevo um livro, vou fazendo como se o estivesse traduzindo de algum ‘ato original’, existente alhures, no mundo astral ou no plano das idéias, dos arquétipos, por exemplo. Nunca sei se estou acertando ou falando nessa <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a>. Assim, quando me re-traduzem para outro idioma, nunca sei, também, em casos de divergência, se não foi o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">Tradutor</a> quem, de fato, acertou, reestabelecendo a verdade do original ideal, que eu desvirtuara&#8230;”.</p>
<p style="text-align: left;">Bizzarri, do outro lado, vivia as angústias de adentrar naquele sertão do tamanho do mundo. “Confiava, progredindo na<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a>, reduzir o número das dúvidas. Parece que está acontecendo o contrário. A luta com o concreto, exótico, o termo no seu sentido material e na sua ligação etimológica é, de fato, brava; mas preciso enfrentá-la e esmiuçar tudo, para depois tentar chegar à reconstrução da mensagem poética”. Quando enfim terminou o trabalho, desabafou a Guimarães. “Primeiro: com toda a sinceridade, peço-lhe desculpas. A<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> &#8211; acho &#8211; saiu, comparativamente boa. Duvido que outro <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a> tivesse enfrentado a tarfea com maior dedicação, esforço, estudo, vontade de acertar. Mas aqui vem o Diabo. Duvido também, e muito, que a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> tenha saído como eu almejava, como eu queria mesmo que fosse. Excesso de ambição?</p>
<p style="text-align: left;">Certo, presumi de minhas forças quando, num impulso de amizade e otimismo, aceitei os prazos do editor. Agora, Você, Miguilim e eu sabemos que nada é pesado demais, ‘se a gente puder ir devagarinho como precisa, e ninguém não gritar com a gente para ir depressa demais”.</p>
<p style="text-align: left;">Não havia com o que se preocupar, do outro lado estava Guimarães: “O volume está aqui. Reabro-o, no momento, em qualquer página, qualquer parágrafo, qualquer frase &#8211; e dou gritos de marinheiro descobridor de novas terras, de sertanejo na seca achada de outras águas. Alelúia. No geral e em cada detalhe, Você foi imenso (&#8230;) Basta dizer que, pelo menos duas das estórias (a de Lélio e Lina e a do Cara-de-Bronze) me parecem agora, sim, verdadeiramente escritas, levadas, fiel e muito, acima do original. Mas, o livro inteiro, apresentase-me em outra luz, represtigiado. Você milagrosamente, atendeu a tudo: mas mais, mais para adiante, mais avante, mais à frente. Fico tonto”.</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Grandes tradutores sorocabanos</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Entre os grandes <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutores</a> brasileiros da atualidade, destacam-se dois sorocabanos: José Rubens Siqueira (que já fez <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">traduções</a> de obras de escritores como J.M. Coetzee e Doris Lessing, ambos vencedores do Prêmio Nobel de Literatura, além do americano Paul Auster, entre outros) e Modesto Carone, mais conceituado tradutor da obra de Franz Kafka.</p>
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		<title>História da DHL</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 11:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Significado das marcas]]></category>
		<category><![CDATA[DHL]]></category>
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		<description><![CDATA[

Tudo começou em 1969, quando os empresários americanos Adrian Dalsey, Larry Hillblom e Robert Lynn fundaram uma empresa de entregas expressa com serviços entre as cidades de San Francisco e Honolulu.
O nome DHL tem origem nas iniciais dos sobrenomes de seus fundadores (Dalsey, Hillblom e Lynn). Os três fundadores transportavam pessoalmente por avião os documentos a serem entregues, uma novidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 0pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 0px; padding-left: 0pt;">
<p><img class="alignnone size-full wp-image-441" title="dhl" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dhl.jpg" alt="dhl" width="180" height="137" /></div>
<p>Tudo começou em 1969, quando os empresários americanos Adrian Dalsey, Larry Hillblom e Robert Lynn fundaram uma empresa de entregas expressa com serviços entre as cidades de San Francisco e Honolulu.</p>
<p>O nome <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> tem origem nas iniciais dos sobrenomes de seus fundadores (Dalsey, Hillblom e Lynn). Os três fundadores transportavam pessoalmente por avião os documentos a serem entregues, uma novidade para a época, já que antes o transporte era feito somente por navio.</p>
<p>Com isto, o tempo despendido no transporte era significativamente diminuído, bem como, os custos relativos às taxas de utilização dos portos, pois a duração do vôo e a liberação aduaneira da carga eram feitas mais rapidamente que a viagem dos navios, o que poupava bastante tempo e dinheiro aos seus primeiros clientes.</p>
<p><span id="more-440"></span>O seu primeiro grande cliente foi o Bank of America, que necessitava de alguém para transportar cartas de crédito e outros documentos de forma rápida e viu na <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> o parceiro indicado.</p>
<p>A empresa cresceu rapidamente e virou um <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">parceiro confiável</a> para muitas companhias.</p>
<p>Em 1971 os serviços foram expandidos para Filipinas, abrangendo Hong Kong, Japão, Cingapura e Austrália no ano seguinte. Utilizando sua experiência em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">entregas rápidas</a> por via aérea, a empresa ingressa no mercado europeu em 1974 inaugurando o primeiro escritório no Reino Unido, localizado na cidade Londres.</p>
<p>Globalmente, a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> tinha 3.052 clientes e 314 funcionários. Três anos depois inicia atividades na América Latina. Pouco depois, em 1979, começou a entregar pequenos pacotes, além de documentos. Era uma expansão e tanto para uma empresa tão jovem.</p>
<p>No ano seguinte iniciou os serviços no continente africano e estabeleceu forte presença na Arábia Saudita. Em 1983 a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> se tornou a primeira empresa de transporte aéreo expresso a atender os países do Leste Europeu.</p>
<p>Nesta mesma época, um centro de distribuição internacional (em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/" target="_blank">inglês</a> HUB) é aberto na cidade de Cincinnati, estado de Ohio, nos Estados Unidos. Dois anos depois, um hub de última geração é aberto em Bruxelas, na Bélgica, processando por noite mais de 165.000 envios.</p>
<p>A DHL tornou-se a primeira empresa de entrega de entrega expressa a oferecer seus serviços a China em 1986.</p>
<p>Uma década depois, a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> foi a primeira empresa do segmento a conseguir o ISO9002, atestando a total <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">qualidade de seus serviços</a>.</p>
<p>A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> investe mais de 1 bilhão de euros em uma nova frota de carga aérea de última geração na rede européia e africana em 1999.</p>
<p>Foram 34 aviões de carga Boeing 757SF: estas aeronaves reduziram o ruído na decolagem em 77% e as emissões de CO2 em 13% comparados com a frota de B737Fs que substituíram.</p>
<p>Em 2003 a empresa se fundiu com a alemã Deutsche Post e a francesa Danza, formando a nova DHL.</p>
<p>Lançou também seu novo slogan “Incoming goods move the world”. A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> muda suas cores corporativas de vermelho e branco para amarelo e vermelho.</p>
<p>Em abril começou, globalmente, a transformação visual de todos os veículos, materiais de embalagem e edifícios.</p>
<p>Em agosto de 2005, introduziu a sua nova roupa corporativa. Nos próximos nove meses, 110.000 funcionários da empresa em mais de 200 países e territórios receberam os novos uniformes.</p>
<p>O desenho foi testado através de entrevistas e provas exaustivas com 3.600 motoristas e transportadores da DHL. O Centro de Inovação da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> abre suas portas perto da cidade de Bonn na Alemanha em 2007.</p>
<p>Um centro de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">pesquisa</a> e desenvolvimento de última geração, cuja missão é desenvolver produtos novos, altamente inovadores e comercializáveis de acordo com as tendências logísticas do futuro.</p>
<p>Os projetos são realizados através de parcerias inovadoras dentro do mundo dos negócios e parcerias de pesquisa. No ano seguinte, a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> abre as portas do seu novo hub aéreo europeu de última geração localizado em Leipzig/Aeroporto Halle na Alemanha.</p>
<p>O hub, um dos maiores prédios em construção na Europa, expande a rede Internacional da empresa, fornecendo maior conectividade aos mercados de crescimento global e permitindo que a DHL melhore o seu serviço global com os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">clientes</a>.</p>
<p>A partir de fevereiro de 2009, a DHL demitiu 9.500 funcionários e encerrou seu serviço de entregas de correio expresso no mercado doméstico americano, mas seguiu operando entre os Estados Unidos e outros países através de encomendas internacionais.</p>
<p>O serviço foi encerrado em 30 de janeiro como forma de “minimizar incertezas futuras” causadas pela crise financeira. A empresa atribuiu a iniciativa a fortes perdas em sua unidade doméstica americana, que sofria pesada concorrência da UPS e da FedEx.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">As divisões</span></strong></p>
<p>A DHL oferece serviços de envio de remessas expressa, aéreas e marítimas, transporte terrestre, soluções de logística de contratos bem como serviços de correio internacional, combinado com cobertura mundial e um entendimento profundo dos mercados locais.</p>
<p>Para cobrir todas as suas extensas necessidades de serviço com o nível certo de foco e competência, a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> opera sob quatro divisões especializadas:</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">EXPRESS</span></strong></p>
<p>É a fornecedora líder global de serviços internacionais de correio expresso e privado tanto terrestre, aéreo quanto ferroviário para <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">clientes</a> de negócios e privados.</p>
<p>Através de três linhas de produtos, Same Day, Time Definite e Day Definite, oferece aos clientes uma carteira de produtos múltiplos que cumprem com todos os requerimentos de transporte em tempo.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">GLOBAL FORWARDING e FREIGHT</span></strong></p>
<p>Divisão inclui que envio de remessas internacionais aéreas e marítimas bem como serviços de transporte terrestre na Europa. Transporta produtos e mercadorias para um destino acordado com hora de entrega e preço acordados.</p>
<p>Também oferece <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">soluções</a> personalizadas para grandes projetos de logística e serviços de alfândega completos.</p>
<p>Já a DHL Freight é uma das maiores transportadoras de remessas no negócio de transporte terrestre europeu.</p>
<p>Esta unidade de negócios caracteriza-se pelas suas <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">soluções flexíveis</a> e individualizadas: serviços nacionais e internacionais de carga completa de contêineres e carga não completa de contêineres – via transporte rodoviário, ferroviário ou intermodal.</p>
<p>Além disso, os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">serviços completos</a> de corretagem de alfândega garantem o envio das remessas sem problemas através das fronteiras.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">SUPPLY CHAIN, CORPORATE INFORMATION SOLUTIONS</span></strong></p>
<p>Esta divisão compreende os serviços de logística de contratos e Soluções de Informação Corporativa (Williams Lea). Ambas unidades de negócios estão focadas em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">soluções adaptadas aos clientes</a>.</p>
<p>A unidade de negócios Supply Chain fornece serviços de depósito e transporte aos depósitos bem como <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">soluções</a> com valor agregado em toda a cadeia de suprimentos para clientes de diferentes setores da indústria, incluindo os setores chave de automóveis, ciências naturais, tecnologia, bens de consumo não duráveis, comércio e moda.</p>
<p>A subsidiária Williams Lea é o coração da unidade de negócios Corporate Information Solutions.</p>
<p>O perito para <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">soluções</a> de terceirização baseadas em documentos, coleta, digitaliza, imprime, armazena, classifica, endereça, empacota, despacha e arquiva documentos de todos os tipos.</p>
<p>A Williams Lea é também o ponto certo para ligar por serviços de marketing e faturamento eletrônico.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">MAIL</span></strong></p>
<p>Internacionalmente, a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DHL</a> Global Mail fornece serviços de correspondência e comunicações com conexões diretas a mais de 200 países em todo o mundo, e também oferece <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">soluções integradas</a> para comunicações corporativas.</p>
<p>Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com</p>
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		<title>História da Dell</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TRADUÇÃO TÉCNICA]]></category>

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		<description><![CDATA[

Ela não inventou o computador, tão pouco criou softwares revolucionários, apenas soube vender de um modo inteligente, do jeito que o cliente quer.
Na DELL que manda é você.
A história
Michael Dell fundou a empresa em 1984, então com 19 anos, enquanto ainda estudava medicina na Universidade do Texas na cidade de Austin. Com apenas US$ 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 0pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 0px; padding-left: 0pt;">
<p><img class="alignnone size-full wp-image-426" title="dell" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dell.jpg" alt="dell" width="180" height="137" /></div>
<p>Ela não inventou o computador, tão pouco criou softwares revolucionários, apenas soube vender de um modo inteligente, do jeito que o cliente quer.</p>
<p>Na <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DELL</a> que manda é você.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">A história</span></strong></p>
<p><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">Michael Dell</a> fundou a empresa em 1984, então com 19 anos, enquanto ainda estudava medicina na Universidade do Texas na cidade de Austin. Com apenas US$ 1 mil, a empresa foi fundada com o nome de PC´s Limited.</p>
<p>Sua idéia era vender computadores pessoais direto aos clientes, passando por cima dos canais de distribuição tradicionais: as lojas.</p>
<p><span id="more-425"></span>Para dar o pontapé inicial da empresa, precisava conseguir máquinas a preços baixos. Entrou em uma loja de informática e comprou a prazo todo o estoque de computadores encalhados.</p>
<p>Aí, pegou as máquinas, e dentro de seu dormitório na universidade, calibrou-as com discos rígidos maiores e programas mais recentes, e começou a vendê-las por telefone, com preços em média 20% inferiores aos da concorrência, através de anúncios colocados em revistas especializadas de informática.</p>
<p>Nascia um conceito novo e simples de negócio: vender computadores pessoais diretamente ao consumidor, trabalhando com estoques mínimos, sem o uso dos canais tradicionais de distribuição.</p>
<p>Desta forma, a empresa poderia detectar melhor a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">necessidade de seus clientes</a> e oferecer soluções mais eficazes para satisfazê-los.</p>
<p>Com o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">sucesso</a> da empresa, Michael Dell largou a faculdade para administrar seu negócio em tempo integral. Somente no primeiro ano, a empresa teve um faturamento de US$ 6 milhões.</p>
<p>O sucesso foi tanto que Michael Dell começou a ser assediado para vender sua empresa. Em 1987, a PC´s Limited começou a operar também no Reino Unido.</p>
<p>Nos quatro anos seguintes, espalhou suas operações por outros 11 países. Somente em 1988 a empresa adota o nome de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">Dell</a> Computers.</p>
<p>No ano de 1990, a empresa tentou vender seus produtos indiretamente através de supermercados e lojas de computadores como as redes CompUSA e Staples, porém o sucesso foi muito tímido e a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DELL</a> voltou o foco no seu bem sucedido modelo de vendas diretas ao consumidor.</p>
<p>Com o sucesso da empresa, Michael <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">Dell</a> largou a faculdade para administrar seu negócio em tempo integral. Somente no primeiro ano, a empresa teve um faturamento de US$ 6 milhões.</p>
<p>O sucesso foi tanto que Michael Dell começou a ser assediado para vender sua empresa. Em 1987, a PC´s Limited começou a operar também no Reino Unido.</p>
<p>Nos quatro anos seguintes, espalhou suas operações por outros 11 países. Somente em 1988 a empresa adota o nome de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">Dell Computers</a>.</p>
<p>No ano de 1990, a empresa tentou vender seus produtos indiretamente através de supermercados e lojas de computadores como as redes CompUSA e Staples, porém o sucesso foi muito tímido e a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/clientes/" target="_blank">DELL</a> voltou o foco no seu bem sucedido modelo de vendas diretas ao consumidor.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com</p>
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		<title>McDONALD&#8217;S</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das marcas]]></category>
		<category><![CDATA[McDonald's]]></category>
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		<category><![CDATA[TRADUÇÃO DE TEXTOS]]></category>
		<category><![CDATA[TRADUÇÃO TÉCNICA]]></category>

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		<description><![CDATA[

Com o slogan Amo muito tudo isso traduzido pelo mundo: I’m loving it. (inglês) Me encanta. (espanhol) C’est tout ce que j’aime. (francês) Ich lieb es. (alemão) Ja’ tyck’ om ä’. (sueco) вот что я люблю. (russo) işte bunu seviyorum. (turco) nos interessamos pela história do Mc Donald&#8217;s e a disponibilizamos para você.
MCDONALD’S é sinônimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 5pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 5px; padding-left: 0pt;">
<p><img class="alignnone size-full wp-image-371" title="mcdnalds-logo" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mcdnalds-logo.jpg" alt="mcdnalds-logo" width="180" height="137" /></div>
<p>Com o slogan <strong>Amo muito tudo isso</strong> traduzido pelo mundo: I’m loving it. (inglês) Me encanta. (espanhol) C’est tout ce que j’aime. (francês) Ich lieb es. (alemão) Ja’ tyck’ om ä’. (sueco) вот что я люблю. (russo) işte bunu seviyorum. (turco) nos interessamos pela história do Mc Donald&#8217;s e a disponibilizamos para você.</p>
<p>MCDONALD’S é sinônimo de Fast Food.</p>
<p>A maior rede deste tipo de alimentação é um dos símbolos do capitalismo e do estilo de vida americano no mundo.</p>
<p>Contestada. Odiada. Alvo de inúmeros protestos.</p>
<p>Nada disso parece abalar seu domínio no mundo.</p>
<p>A marca se tornou tão conhecida que a prestigiosa revista The Economist utiliza seu principal sanduíche, o Big Mac, para fazer comparações do poder de compra entre os países.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">MCDONALD’S</a> pode até desaparecer algum dia, mas sua cultura estará implantada para sempre.</p>
<p><span id="more-366"></span><strong><span style="color: #8e2222;">A história</span></strong></p>
<p><strong> </strong>A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">história </a>da transformação do MCDONALD’S na maior rede de alimentação rápida do mundo começou em 1937 quando os irmãos Richard (Dick) e Maurice McDonald abriram um restaurante no sistema Drive-In na cidade de Arcádia, na Califórnia.</p>
<p>Pouco depois, em 1940, mudaram-se para a cidade de San Bernardino, também na Califórnia, onde abriram um restaurante MCDONALD’S na famosa Rota 66 com cerca de 20 carhops, garçons que em cima de patins entregavam o pedido do cliente no carro.</p>
<p>Isso se tornou popular e muito lucrativo. O cardápio continha 25 itens, a maioria deles churrascos.</p>
<p>Em 1948, depois de notar que a maioria do dinheiro que ganhavam provinha da venda de hambúrguer, que na época custava US$ 0.15, os irmãos renovaram totalmente o restaurante.</p>
<p>Dentre as inovações empreendidas estavam: substituição de todos os utensílios – talheres, copos, pratos – por embalagens descartáveis; visitação pública de sua cozinha, onde os clientes podiam ver a impecável higiene e limpeza; eliminação do serviço de garçonetes, a partir de então os clientes teriam que sair dos seus carros e irem fazer o pedido no balcão; e uma nova forma de produção dos sanduíches com a reformulação do cardápio, que passou a ser bastante enxuto, e dos alimentos preparados com base em uma linha de montagem.</p>
<p>Quando o restaurante é reaberto passa a vender somente hambúrguer, milk-shake, e batata frita, se tornando um <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">grande sucesso</a>, cuja fama era espalhada de boca a boca.</p>
<p>Em 1953, os irmãos <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">McDonald</a> começaram a criar franquias de seu restaurante, com Neil Fox abrindo a primeira unidade franqueada.</p>
<p>O segundo restaurante foi aberto em Phoenix, estado do Arizona, sendo o primeiro a usar o estilo baseado nos Arcos de Ouro.</p>
<p>O restaurante original foi reconstruído baseado nesse estilo também. Ainda neste ano, o quarto restaurante foi aberto em Downey na Califórnia, na esquina com a Lakewood e Florence Avenue, onde hoje é o mais antigo restaurante em funcionamento.</p>
<p>A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">história da marca</a> começou a mudar em 1954, quando o vendedor de máquinas de agitar milk-shake, Ray Kroc, ficou fascinado com a popularidade e estilo do restaurante MCDONALD’S durante uma visita comercial.</p>
<p>Depois de ver o restaurante em operação, propõe aos irmãos McDonald, que já possuíam franquias, a vendê-las fora da localização original da empresa (estado da Califórnia e do Arizona), sendo dele próprio a primeira franquia.</p>
<p>Partiu para Chicago com uma planta do restaurante, uma receita para as batatas fritas e um contrato que lhe dava permissão para encontrar novos locais para as filiais.</p>
<p>Uma das únicas exigências era a de que todos os restaurantes deveriam ter a aparência exatamente igual ao original.</p>
<p><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">Negócio fechado</a>, no dia 15 de abril de 1955 o ex-representante comercial inaugurou seu primeiro restaurante em Des Plaines, no Estado de Illinois, servindo hambúrgueres de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">boa qualidade</a>, com serviço rápido e cortês, em um ambiente totalmente limpo, conceitos até hoje ligados à <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">marca</a>.</p>
<p>O cardápio original do MCDONALD’S era pequeno: hambúrguer (US$ 0.15), cheeseburguer (US$ 0.19) batata frita (US$ 0.10), refrigerantes (US$ 0.10 e US$ 0.15), café (US$ 0.10) e milk-shake (US$ 0.20).</p>
<p>Somente no primeiro dia o total de vendas foi de US$ 366.12.</p>
<p>Começava naquele momento uma revolução na indústria e na história da alimentação mundial. A literatura da empresa costuma se referir a essa data como o “início” do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">MCDONALD’S</a>, que já tinha 15 anos, tirando os irmãos McDonalds da história e dando maior valor ao “fundador” Ray Kroc.</p>
<p>A empresa ainda chama este restaurante de “McDonald’s Número 1”.</p>
<p>Um ano depois, Ray Kroc já tinha montado uma rede com mais de 20 restaurantes espalhados pelo território norte-americano.</p>
<p>Em 1958 completava a venda de mais de 100 milhões de hambúrgueres.</p>
<p>No início dos anos 60, a dedicação de Kroc aos estabelecimentos era total, e logo se cansou da letargia dos irmãos McDonald. Com a ajuda de um investidor desembolsou US$ 2.7 milhões e comprou a parte dos irmãos McDonald no negócio, que re-nomearam seu restaurante original para “The Big M” (O Grande M).</p>
<p>Mas Kroc levou-o à falência, mais tarde, construindo um MCDONALD’S a apenas uma quadra ao norte.</p>
<p>Nesta mesma década, os estabelecimentos ganharam lugares para sentar.</p>
<p>Em 1967, com quase mil restaurantes funcionando nos Estados Unidos, iniciava sua escalada internacional abrindo um restaurante na cidade de Richmond, no Canadá, e outro em Porto Rico. Foi neste ano que o atual design dos restaurantes, com teto mansard e mesas do lado interno, foi introduzido como padrão em toda rede.</p>
<p>Outras novidades viriam como o primeiro restaurante MCDONALD’S inaugurado na Europa em 21 de agosto de 1971 em Zaandam na Holanda; seguido em dezembro, pela inauguração do primeiro restaurante na Alemanha em Munique, que foi o primeiro da rede a vender bebida alcoólica (cerveja); inauguração do primeiro restaurante, em 1974, dentro de um zoológico na cidade de Toronto no Canadá; a implantação do sistema Drive-Thru em 1975 na cidade de Sierra Vista, no Arizona, conhecido como McDrive ou Auto-Mac em alguns países; o pioneirismo em divulgar a lista de ingredientes de seus produtos em 1986; o maior restaurante <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">MCDONALD’S</a> do mundo até os dias atuais, inaugurado em Pequim, capital da China (com mais de 700 lugares); a montagem de lojas dentro dos supermercados Wal-Mart; e a abertura de um restaurante, em 1996, dentro dos parques temáticos da Disney. Nesta época o sucesso estava consolidado.</p>
<p>Em 2006, o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">MCDONALD’S</a> deu início a uma verdadeira revolução em seu conceito: depois de pesadas críticas quanto aos malefícios de suas refeições, a preocupação da rede passou a ser oferecer um cardápio mais saudável e menos calórico a seus consumidores.</p>
<p>O cardápio passou a conter opções de alimentos mais saudáveis como saladas, frango e outros itens frescos. Em março, todas as embalagens dos produtos passaram a conter informações nutricionais.</p>
<p>Recentemente a empresa informou que pretende investir US$ 2.1 bilhões em 2009 para abrir mil novos restaurantes assim como melhorar os já existentes.</p>
<p>Adendo: A  <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/"><img class="alignnone size-full wp-image-376" title="planner-logo" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/11/planner-logo.jpg" alt="planner-logo" width="173" height="56" /></a> já trabalhou com traduções para a maior rede de fast-foods do mundo, o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">McDonald&#8217;s</a>.</p>
<p>Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com</p>
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		<title>História da Nike</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Significado das marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Nike]]></category>
		<category><![CDATA[Planner]]></category>

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		<description><![CDATA[

“If you have a body, you are an athlete”.
Pode parecer um exagero, mas não é.
É verdade.
Mesmo você, que não faz exercício físico, sabe disso. J
á se você faz qualquer atividade física, sabe melhor do que ninguém que a afirmação é rigorosamente verdadeira.
Seja como for, mais que uma simples frase, ela é a síntese da missão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 0pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 0px; padding-left: 0pt;">
<p><img class="alignnone size-full wp-image-359" title="nike-logo" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/nike-logo.jpg" alt="nike-logo" width="180" height="137" /></div>
<p>“If you have a body, you are an athlete”.</p>
<p>Pode parecer um exagero, mas não é.</p>
<p>É verdade.</p>
<p>Mesmo você, que não faz exercício físico, sabe disso. J</p>
<p>á se você faz qualquer atividade física, sabe melhor do que ninguém que a afirmação é rigorosamente verdadeira.</p>
<p>Seja como for, mais que uma simples frase, ela é a síntese da missão da NIKE que há mais de 30 anos produzia tênis e hoje fabrica desejos. Quem os compra, leva de brinde todo um ideal de vitória.</p>
<p>Mesmo que não ganhe uma medalha sequer, em qualquer competição esportiva.</p>
<p><span id="more-355"></span>Tênis e uma centena de outros produtos são apenas um endosso.</p>
<p>Seu logotipo, que não carrega mais o nome da empresa há anos, dispensa explicações.</p>
<p>Talvez seja a mais contundente e representativa síntese gráfica de uma marca. Nenhuma outra marca ligada aos esportes voou tão alto, nas asas de sua originalidade e relação com seus consumidores.</p>
<p>O slogan “Just do it” passa idéia de simplicidade. Mas não é tão fácil assim inovar e se manter no topo por tanto tempo.</p>
<p>No entanto, é o que a NIKE faz. E há décadas. NIKE é um mito que patrocina mitos.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">A história</span></strong></p>
<p><strong></strong>A idéia de criar a NIKE surgiu de um projeto de MBA de Phil Knight, um ex-atleta de corridas de média distância da universidade de Oregon, enquanto este freqüentava o curso de gestão administrativa da universidade de Standford.</p>
<p>Ele acreditava que, ao importar tênis que eram fabricados no Japão, utilizando mão-de-obra barata, poderia <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">conquistar</a> uma parcela de mercado da marca alemã Adidas.</p>
<p>Começou então pelos tênis de atletismo.</p>
<p>Em 1962 foi ao Japão negociar com a marca Tiger a importação e representação de tênis para atletismo, com o objetivo de introduzi-los no mercado americano, que até aquele momento era dominado por marcas <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">alemãs</a>.</p>
<p>No ano seguinte a primeira remessa de 200 pares do modelo Cortez chegava a cidade de Portland, no Oregon, costa oeste dos Estados Unidos, em nome da empresa Blue Ribbon Sports, que Phil Knight e Bill Bowerman, seu treinador de atletismo na universidade de Oregon, haviam criado. Bill prontamente modificou o modelo, incorporando ao tênis a primeira entressola completamente acolchoada, inovação radical para a época.</p>
<p>O tênis caiu no gosto do público, e o Cortez tornou-se o modelo da Tiger mais vendido em 1968. Ambos sentiram a necessidade de um tênis que pudesse contribuir para a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">melhoria da performance</a> do atleta.</p>
<p>Bowerman decidiu então testar um solado de forma inusitada, mas que acabou dando certo: despejou borracha na chapa de waffles da esposa para criar um solado melhor, mais leve e durável.</p>
<p>Surgia então um tênis com uma sola leve e ondulada, considerada revolucionária para a época. Começaram então a produzirem seus próprios tênis.</p>
<p>Esta parceria não poderia ser melhor, além de grandes amigos, ambos entendiam do negócio que estavam começando.</p>
<p>Enquanto Phil vendia os tênis no porta-malas de seu carro nas competições de atletismo, Bill cuidava do desenvolvimento e design de novos modelos. A partir daqui a tecnologia ligada ao esporte nunca mais seria a mesma. Mas os novos tênis precisavam de uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">marca</a>.</p>
<p>E isto aconteceu no ano de 1971, quando a jovem estudante de design gráfico, Carolyn Davidson, criou por míseros US$ 35 o famoso símbolo da marca, chamado Swoosh.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">nome</a> Nike surgiu logo depois e foi por sugestão de Jeff Johnson, ex-rival de Phil nas pistas de atletismo e primeiro funcionário da Blue Ribbon Sports, que havia sonhado com a Deusa grega da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">vitória</a>, “NIKÉ” (pronuncia-se niqué).</p>
<p>Diziam os gregos que a Deusa podia voar e correr em grandes velocidades. E nada mais apropriado para a nova marca que surgia.</p>
<p>A primeira aparição oficial da marca em eventos esportivos foi em 1972, nas classificatórias olímpicas realizadas no Oregon.</p>
<p>Os atletas da maratona que usaram tênis NIKE classificaram-se entre o 4º e o 7º lugar, enquanto os atletas da Adidas conquistaram os primeiros três lugares.</p>
<p>Foi neste mesmo ano que o Canadá se tornou o primeiro país estrangeiro a receber os produtos da marca. Neste período Bowerman melhorou o material das solas, utilizando borracha mais flexível, mais elástica e menos compacta.</p>
<p>Em 1976, nas eliminatórias olímpicas americanas, os tênis NIKE eram vistos em abundância nos pés de jovens promessas do atletismo.</p>
<p>Sua verdadeira expansão internacional começou em 1978 com a entrada no mercado sul-americano e distribuição dos produtos no continente europeu.</p>
<p>Pouco depois, em 1982, ingressou no mercado europeu de futebol ao firmar contrato de patrocínio com o time francês do Paris Saint-Germain.</p>
<p>Nesta época a empresa já possuía uma linha de tênis com mais de 200 modelos. Depois de passar por um período difícil entre 1993 e 1994 devido a um plano de expansão, o que levou a uma forte queda nas vendas, re-posicionou-se: “decidimos que éramos uma empresa de artigos esportivos e não apenas uma empresa de calçados”, afirmou Phil Knight.</p>
<p>Além disso, a NIKE resolveu entrar para valer na briga direta pelo mercado de futebol. A nova visão <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduziu</a>-se em contratos de publicidade e patrocínios que tinham como <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">objetivo</a> <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">alcançar</a> uma audiência esportiva mais ampla, patrocinando assim atletas individuais, como o jogador de golfe Tiger Woods.</p>
<p>Em 2003, comprou a fabricante do tênis All Star, a Converse, por US$ 305 milhões. A compra da marca All Star iria ajudar a ocupar um espaço que a marca ainda não conseguiu se fixar: tênis de preço mais acessível.</p>
<p>A campanha Joga Bonito, lançada em 2006, foi um sucesso mundial para a NIKE.</p>
<p>Nela, o ex-jogador francês Eric Cantona, frustrado com os aspectos negativos do futebol, cria uma emissora para transmitir seu próprio manifesto defendendo os atributos que podem salvar o esporte que ele ama: honra, garra, habilidade, alegria e <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">espírito de equipe</a>.</p>
<p>Para tanto, ele contou com a ajuda de craques como os brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno, o francês Thierry Henry e o inglês Wayne Rooney.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">sucesso</a> da campanha foi refletido em números: a marca vendeu mais de 2.4 milhões de uniformes e aproximadamente 23 milhões de pares de chuteiras em todo o mundo, consolidando assim uma posição de liderança, ao lado da rival Adidas, no mercado de futebol. Em 2007 surpreendeu o mundo ao adquirir por US$ 582 milhões a tradicional britânica UMBRO, marca com uma sólida herança e com uma profunda experiência no esporte mais popular do mundo e no maior mercado de futebol do mundo, acirrando ainda mais a guerra com a rival Adidas. Atualmente a NIKE trabalha com duas grandes categorias de produtos: Performance e Sports Culture (produtos para uso casual inspirados no esporte).</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com</p>
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		<title>A Importância Dos Tradutores Na História E Na Sociedade</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TRADUÇÃO DE TEXTOS]]></category>
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		<category><![CDATA[Tradutor técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Traduz]]></category>

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		<description><![CDATA[

Atualmente os tradutores têm uma importante participação cultural no mundo, onde distribuem conhecimento.
Quando você está traduzindo um livro de romance você está transmitindo uma cultura, um costume de outros povos.
Imagine você que tem uma vida acadêmica e intelectual, só com o conhecimento que os seus parentes e sociedade lhe deram, certamente você teria uma mente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 0pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 0px; padding-left: 0pt;">
<p><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/caderno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-226" title="caderno" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/caderno.jpg" alt="caderno" width="180" height="137" /></a></div>
<p>Atualmente os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutores</a> têm uma importante participação cultural no mundo, onde distribuem conhecimento.</p>
<p>Quando você está <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzindo</a> um livro de romance você está transmitindo uma cultura, um costume de outros povos.</p>
<p>Imagine você que tem uma vida acadêmica e intelectual, só com o conhecimento que os seus parentes e sociedade lhe deram, certamente você teria uma mente reduzida com falta de conhecimento.</p>
<p>Hoje a maioria dos artigos científicos e até as descobertas cientificas são publicados em <a href="http://http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">inglês,</a> dai o importante papel do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> na sociedade.</p>
<p><span id="more-207"></span>Keythe Tavares em uma de suas palestras usou o termo “parteiro” para caracterizar o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/">tradutor,</a> no sentido de que o texto é concebido numa <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">língua/cultura</a> e nasce em outra língua/cultura por meio da ação do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a>, “aquele que faz nascer o saber por meio do seu trabalho”, de acordo com o conceito do filósofo grego Platão.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">A arte de </span><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/planner/index.php/servicos/" target="_blank"><span style="color: #8e2222;">traduzir </span></a><span style="color: #8e2222;">e as suas dificuldades</span></strong></p>
<p>Falar de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> é falar de arte.</p>
<p><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">Traduzir</a> não é só obter uma página ou um artigo em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">outro idioma</a> qualquer e passar para a sua língua de origem, existem muitos obstáculos em meio à <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> tem que ter um conhecimento geral cultural da língua que ele é especializado.</p>
<p>Vamos falar da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução técnica</a>.</p>
<p>Nós <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutores</a> somos desafiados a todo o momento com <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduções técnicas</a>, <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzir</a> um artigo técnico que não é de sua área, ou seja, quando você não conhece o vocabulário e os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">termos técnicos</a>, é o mesmo que atirar com os olhos vendados em um pássaro por não conhecer os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">termos técnicos</a> da área que você está traduzindo.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> tem que ter conhecimento etimológico da área em que ele está <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzindo</a>, ou seja, ele tem que basicamente conhecer a evolução do significado de uma palavra desde sua origem, <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">significa</a> descobrir seu verdadeiro sentido e conhecê-la de forma mais completa.</p>
<p>Fonte: www.artigonal.com</p>
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