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	<title>TRADUÇÃO TÉCNICA &#124; TRADUÇÃO INGLÊS &#124; FAZEMOS TRADUÇÃO DE TEXTOS &#124; EMPRESA DE TRADUÇÃO &#124; TARDUÇÃO TÉCNICA &#124; TRADUÇÃO DE DOCUMENTOS &#124; TRADUÇÃO DE TEXTOS &#124; TRADUZIMOS PRA VOCÊ &#187; Diversos</title>
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		<title>Fazendo redações</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:46:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A base para uma boa redação é sempre saber criticar bem os assuntos tratados. Por isso, você tem de estar bem informado, se realmente quiser criticar algo com sabedoria e razão. Saber discutir fatos ocorridos no Senado é saber escolher entre o SIM e o NÃO &#8211; jamais fique no &#8220;talvez&#8221;, &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;pode ser&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A base para uma boa redação é sempre saber criticar bem os assuntos tratados. Por isso, você tem de estar bem informado, se realmente quiser criticar algo com sabedoria e razão. <span id="more-469"></span>Saber discutir fatos ocorridos no Senado é saber escolher entre o SIM e o NÃO &#8211; jamais fique no &#8220;talvez&#8221;, &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;pode ser&#8221; no meio de uma redação, pois você tem de ter OPINIÃO (claro que ela deve estar &#8220;tudo a ver&#8221; com o tema; caso contrários você não estará criticando nada, e sim estará assinando o contrato para ser criticado) &#8211; com sabedoria. Porém, faça isso sempre respeitando tudo, com CAUTELA e muita EDUCAÇÃO. Criticar não é apenas falar coisas &#8220;ruins&#8221;, e sim falar de coisas &#8220;boas&#8221; também.</p>
<p>-<strong>Tenha sempre uma boa rede de informações<br />
</strong>Bom, como disse anteriormente, para saber criticar, é preciso estar bem informado, e estar a par de absolutamente todos os acontecimentos do mundo. Tente assistir todos os dias aos telejornais de qualidade, que discutam sobre assuntos variados &#8211; curiosidades, acidentes, futebol. Enfim, TUDO -, sempre nos mínimos detalhes. Navegue em sites de notícias que são atualizadas a cada minuto; leia jornais locais; compre revistas que comentem todo tipo de manchete; leia todo tipo de informativo que puder.<br />
Mesmo que você encontre uma notícia &#8220;bananinha&#8221;, leia-a com atenção; quem sabe lhe seja útil em algo futuramente? Não importa o que seja, leia, releia e leia de novo. Sem uma boa variedade de informações, a pessoa não é capaz nem de criticar, que é a base para se produzir um bom texto.</p>
<p>-<strong>Escreva em português, não em grego nem alemão<br />
</strong>Bem, a dica mais óbvia é essa: a sabedoria de português. Claro que a crítica e a criatividade são os mais importantes na hora da &#8220;apuração&#8221;, digamos, dos pontos; porém, a gramática é essencial para qualquer coisa que se almeje na vida. Não adianta a pessoa possuir uma boa crítica e boas opiniões; saber escrever corretamente é terminantemente fundamental. Em suma, basicamente todo bom redator deveria aprender com os próprios erros na escrita, e já deveria estar sabendo gramática corretamente&#8230;</p>
<p>-<strong>Saiba &#8220;juntar&#8221; as informações que você tem<br />
</strong>Vamos supor que a redação esteja &#8216;pedindo&#8217; para você escrever um texto sobre a TV Digital. Então, você sabe que a tecnologia possui maior e melhor resolução em relação à TV comum. E também sabe que o preço de um conversor agora não sai por menos de 700 reais. Ou seja, para você &#8220;inserir&#8221; isso numa redação, você teria que separar parágrafos falando desses pontos. Por exemplo; escreva ao lado da folha o seguinte: Parágrafo um [...]; parágrafo dois &#8211; falar dos benefícios da TV Digital em relação à TV usual; parágrafo três [...]; parágrafo quatro &#8211; comentar o preço de um conversor de TV Digital no Brasil; e por aí vai. Ou seja, você tem que fazer como num roteiro qualquer, separando cada ponto em um parágrafo diferente.<br />
Ou então, você pode optar por comentar pontos diferentes num mesmo parágrafo. Por exemplo; a TV Digital possui benefícios tal tal tal em relação à TV comum, e blá blá blá. A novidade é ótima, porém o preço de um conversor atualmente não sai por menos de 700 reais, por isso, blá blá blá. Resumindo, você começa com um assunto, mas de algum jeito acaba &#8220;partindo&#8221; para outro ponto relacionado ao que está em questão.</p>
<p>-<strong>Separe a redação em pontos e verifique a existência da narrativa</strong><br />
Para as redações cujo tema seja a criação de histórias/contos, a dica é sempre verificar a existência dos básicos &#8220;apresentação, clímax e desfecho&#8221;. Há outros pontos também existentes, mas esses três<br />
são os fundamentais para qualquer tipo de narração. Faça sempre as perguntas para si mesmo: &#8220;Qual é o clímax? Ele realmente existe? E o desfecho, dá um &#8216;ponto final&#8217; ao clímax? A apresentação realmente apresenta alguma coisa/alguém?&#8221;<br />
Na realidade, há também conflitos que vêm antes do clímax, que também são importantes. Verifique a existência deles na redação, podem ser úteis na hora do desenrolar da trama.</p>
<p>-<strong>Não seja uma máquina de xerox<br />
</strong>Tão óbvio quanto quanto saber gramática.<br />
Criatividade nessa parte, certamente, é indispensável. Não adianta copiar um trecho de algum lugar em que você o tenha lido, caso esteja relacionado ao assunto, pois você não saberá como terminar seu texto. É os mesmo que escrever o seguinte trecho, o qual você copiou de algum lugar: &#8220;Dona Rosinha saiu para passear, e de repente teve um atque cardíaco no meio da neve por onde passava&#8221; (OK, exagerei um pouco nessa). Você obviamente terá de explicar o motivo do ataque cardíaco, e nem sempre as pessoas sabem a origem da doença. E não adianta dar um desfecho à história sem essa explicação, pois tal ato implicará na descontagem de valiosos pontos.</p>
<p>-<strong>Saiba IMPROVISAR</strong><br />
É importante saber que, ao escrever algo, ocorre um inesperado logo no meio do texto. E, muitas vezes, é preciso apagar desde o início, e começar tudo novamente. Certamente dá muita raiva quando acontece isto, e para que não ocorra mais, é preciso saber &#8220;improvisar&#8221;.<br />
Sempre que você tiver uma &#8220;idéia revolucionária&#8221; na cabeça, há grandes chances de não dar certo. E, pior: você só descobre isso quando está no finalzinho da redação. E você logo pensa: &#8220;Vou ter de apagar tudo de novo!&#8221;. Mas nem sempre isso é necessário. A sua &#8220;idéia revolucionária&#8221; é revolucionária pois é criativa e tem tudo para te salvar da nota vermelha, sendo assim, após pensar em apagar tudo e recomeçar, teria que desmanchar essa mesma idéia e criar uma nova. Ou seja, vai ter que finjir que a idéia revolucionária nem existiu.<br />
Mas nunca opte por outra. Se você gostou da sua história só por causa dessa idéia, não vale a pena priorizar outros pontos da trama que nem eram tão legais e ter de apagar justo a única coisa fez a sua redação realmente valer a pena. Então, prefira APAGAR TUDO O QUE &#8220;NÃO BATE&#8221; com a idéia, e fazer com que esses itens se tornem &#8220;tudo a ver&#8221; com o pensamento principal. O intruso não é a idéia, e sim esses itens &#8220;nada a ver&#8221; com ela.<br />
Resumindo, quando você tem uma boa idéia (desde que ela seja revolucionária mesmo, se não, não valerá a pena), não desista dela, e ao invés de apagar o Messias da sua redação, apague os intrusos que se opõem a ele. Entende?<br />
-<strong>Leia, leia e leia! Ouvir também, aliás&#8230;</strong><br />
Dizem que o bom redator é aquele que lê incansavelmente livros e textos de todo o tipo. E eu concordo totalmente com isso. Só aprendi a fazer redações lendo muito, e acho que muitos também passaram por isto. Então, a dica que prevalesce sobre todas as outras é LER tudo o que você for capaz. Livros, revistas, jornais, folhetos, anúncios, enfim, leia TUDO, sobre assuntos variados, como eu já citei lá em cima, no início. Ao ler, você acaba &#8220;pegando o jeito&#8221; do autor. Passa a escrever mais ou menos como ele, acredite. E, se ele escreve bem, melhor ainda. Você estará passando a escrever BEM COMO ELE.<br />
Outra coisa que também é importante; ouça rádios (noticiários, digo), debates, podcasts, e tudo o que você achar que envolva formalidade. A pessoa acaba escrevendo tudo formalmente também, principalmente se o que ela estiver escrevendo for uma crítica. Passa a criticar melhor, e com mais formalidade.</p>
<p>-<strong>E, a dica final&#8230; faça tudo com muito entusiasmo!<br />
</strong>Concorda comigo que, quando está feliz, uma pessoa faz tudo bem melhor e mais bem feito? Numa prova, por exemplo, a pessoa acerta logo as primeiras cinco questões com facilidade. Esse &#8220;entusiasmo&#8221; vai servir como um &#8220;combustível&#8221; para ela terminar a prova sem nervosismo, e também a incentivará a fazer todas as questões com calma, pois vê que é completamente capaz. Pois é, na redação é simplesmente a mesmíssima coisa.</p>
<p><em>Fonte: Mundovestibular &#8211; Erika</em><br />
Bom, resumindo tudo agora. Para se escrever uma boa redação, é preciso:<br />
-saber criticar<br />
-estar sempre bem informado de tudo o que acontece no mundo<br />
-saber o básico de gramática e língua portuguesa<br />
-saber &#8220;juntar&#8221; tudo o que você sabe do assunto pedido na prova/trabalho<br />
-no caso de histórias, separar a redação em pontos como apresentação, clímax e desfecho; além de se perguntar se há a presença dos mesmos<br />
-ser criativo e não copiar<br />
-ter bons improvisos<br />
-ler e ouvir tudo o que você puder, de livros a simples folhetos<br />
-ter entusiasmo em tudo o que fizer<br />
-e, o principal: seguir tudo isso, além de ter uma boa percepção para poder discutir tudo o que for necessário!</p>
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		<title>Dicas de Português &#8211; Ter, pôr, vir e ver</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 13:46:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos são os verbos que trazem dificuldades ao cidadão comum; certamente você já enfrentou problemas com eles ao falar ou ao escrever uma frase qualquer. Os verbos ter, pôr, vir e ver são alguns deles. Vamos a eles:
A primeira dificuldade, em relação aos verbos ter, ver e vir, é a acentuação. Como se escrevem? Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os verbos que trazem dificuldades ao cidadão comum; certamente você já enfrentou problemas com eles ao falar ou ao <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">escrever uma frase </a>qualquer. Os <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">verbos ter, pôr, vir e ver </a>são alguns deles. Vamos a eles:</p>
<p>A primeira dificuldade, em relação aos verbos ter, ver e vir, é a <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">acentuação</a>. Como se escrevem? Com um e só? Com dois ee? Com <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">acento agudo</a>? Ou circunflexo?<span id="more-466"></span></p>
<p>Os <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">verbos</a> ter e vir serão escritos com um &#8220;e&#8221; só e com acento circunflexo (^) quando o elemento que tem algo ou que vem a algum lugar ou de algum lugar (o sujeito) estiver na terceira pessoa do plural (eles, elas, vocês&#8230;) do presente do indicativo (Todos os dias&#8230;). Teremos, então, frases como &#8220;Todos os dias eles têm que estudar&#8221;; &#8220;Elas vêm até aqui para conversar&#8221;; &#8220;Vocês têm coragem?&#8221;. Se o sujeito estiver no <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">singular</a>, não haverá acento algum: &#8220;Todos os dias ele tem de estudar&#8221;; &#8220;Ela vem até aqui para conversar&#8221;; &#8220;Você tem coragem?&#8221;.</p>
<p>Os <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">derivados desses dois verbos </a>(manter, conter, deter, reter, intervir, provir, convir&#8230;) receberão acento agudo quando o sujeito for a segunda pessoa do singular (tu) ou a terceira pessoa do singular (ele, ela, você&#8230;) e receberão acento circunflexo quando o sujeito estiver na terceira pessoa do plural (eles, elas, vocês&#8230;). Teremos, então, frases como &#8220;O deputado diz que mantém sua palavra&#8221;; &#8220;Essas caixas provêm dos Estados Unidos&#8221;; &#8220;Tu deténs teus ímpetos?&#8221;. Já o verbo ver e seus derivados serão escritos com dois ee, com acento circunflexo no primeiro deles, quando o sujeito estiver na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Teremos, então, frases como &#8220;Os meninos vêem os jogos da seleção sempre&#8221;; &#8220;Alguns homens dizem que prevêem o futuro&#8221;. Se o sujeito estiver no singular, esses verbos serão escritos com um &#8220;e&#8221; só e com acento circunflexo. Teremos, então, frses como &#8220;O menino vê os jogos da seleção sempre&#8221;; &#8220;Aquele homem diz que prevê o futuro&#8221;.</p>
<p>A segunda dificuldade, em relação aos verbos ter, pôr, vir e ver, é a conjugação deles em certos tempos e modos. O certo é &#8220;quando eu pôr&#8221; ou &#8220;quando eu puser&#8221;? &#8220;Se eu vir ao colégio&#8221; ou &#8220;Se eu vier ao colégio?&#8221;</p>
<p>O tempo verbal denominado pretérito imperfeito do subjuntivo indica hipótese, condição, é iniciado pela conjunção &#8220;se&#8221; ou pela <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">conjunção</a> &#8220;caso&#8221;, é caracterizado pela desinência &#8220;sse&#8221; e geralmente acompanhado de outro verbo no futuro do pretérito do indicativo, tempo caracterizado pela desinência &#8220;ria&#8221;: &#8220;Se eu estudasse mais, conseguiria melhores notas&#8221;; &#8220;Caso estudássemos mais, conseguiríamos melhores notas&#8221;.</p>
<p>O tempo verbal denominado futuro do subjuntivo indica possibilidade futura, é iniciado pela conjunção &#8220;quando&#8221; ou pela conjunção &#8220;se&#8221;, é caracterizado pela desinência &#8220;ar&#8221;, &#8220;er&#8221; ou &#8220;ir&#8221; e geralmente acompanhado de outro verbo no futuro do presente do indicativo: &#8220;Se eu estudar mais, conseguirei melhores notas&#8221;; &#8220;Quando estudarmos mais, conseguiremos melhores notas&#8221;.</p>
<p>Esses dois tempos <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">verbais</a> são formados a partir de outro tempo denominado pretérito perfeito do indicativo, que indica ação ocorrida no passado em determinado momento: &#8220;Ontem eu conversei com a Giovana&#8221;. A terceira pessoa do plural desse tempo é caracterizada pela desinência &#8220;ram&#8221;: &#8220;Ontem eles conversaram com a Giovana&#8221;. Se retiramos as duas últimas letras dessa desinência (&#8221;a&#8221; e &#8220;m&#8221;), formaremos a base para o futuro do subjuntivo. Se retirarmos também a letra &#8220;r&#8221; e acrescentarmos a desinência &#8220;sse&#8221;, formaremos a base para o pretérito imperfeito do subjuntivo. Vejamos, então: &#8220;Ontem eles conversaram&#8221; é o verbo conversar no pretérito perfeito do indicativo; &#8220;Quando ele conversar&#8221;, no futuro do subjuntivo; &#8220;Se ele conversasse&#8221;, no pretérito imperfeito do subjuntivo.</p>
<p>Agora analisemos os verbos apresentados como <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">problemáticos</a> &#8211; ter, pôr, vir e ver: Ontem eles tiveram, eles puseram, eles vieram e eles viram = pretérito perfeito do indicativo; Se ele tiver, se ele puser, se ele vier, se ele vir (&#8221;vir&#8221;, do verbo ver) = futuro do subjuntivo; se ele tivesse, se ele pusesse, se ele viesse, se ele visse = pretérito imperfeito do subjuntivo. O mesmo acontece com os derivados desses verbos: Se eu mantivesse, se eu detivesse, se eu propusesse, se eu compusesse, se eu interviesse, se eu proviesse, se eu previsse, se eu antevisse, quando eu detiver, quando eu retiver, quando eu intervier, quando eu provier, quando eu previr, quando eu antevir.</p>
<p>A terceira dificuldade, em relação a ver e vir, também é referente à <a href="www.plannertraducoes.com.br" target="_blank">conjugação</a>, mas agora o problema são palavras semelhantes: vir, vimos&#8230;</p>
<p>&#8220;Vir&#8221; tanto pode ser o infinitivo do verbo vir quanto o futuro do subjuntivo do verbo ver: &#8220;Se você o vir (verbo ver), diga-lhe para vir (verbo vir) até aqui. O mesmo se sucede com todas as pessoas: &#8220;Se vocês os virem, digam-lhes para virem até aqui&#8221;.</p>
<p>&#8220;Vimos&#8221; tanto pode ser a primeira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo vir quanto a primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo do verbo ver: &#8220;Nós vimos aqui agora porque ontem nós vimos o que aconteceu com você&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Fonte:DÍLSON CATARINO<br />
especial para o Fovest Online</p>
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		<title>Reforma Ortográfica</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:21:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 29 de setembro, o decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O evento aconteceu no Rio de Janeiro, em cerimônia na Academia Brasileira de Letras, durante sessão solene de celebração dos cem anos de morte de Machado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 29 de setembro, o decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O evento aconteceu no Rio de Janeiro, em cerimônia na Academia Brasileira de Letras, durante sessão solene de celebração dos cem anos de morte de Machado de Assis.<br />
O acordo entrou em vigor em janeiro de 2009, mas as duas normas ortográficas &#8211;a atual e a prevista no acordo&#8211; poderão ser usadas e aceitas como corretas nos exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios escritos até dezembro de 2012.</p>
<p>A reforma ortográfica prevê mudanças na língua portuguesa, como o fim do trema, a supressão de consoantes mudas, novas regras para o emprego do hífen, inclusão das letras w, k e y ao idioma, além de novas regras de acentuação.</p>
<p>A medida, segundo o MEC (Ministério da Educação), deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa.</p>
<p>Acordos frustrados<br />
Esta não é a primeira vez que países que integram a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) tentam estabelecer normas comuns para a ortografia do idioma. A ideia sempre foi unificar o registro escrito nos oito países que falam português: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.</p>
<p>Segundo Domício Proença Filho, membro da ABL (Academia Brasileira de Letras), a ortografia da língua portuguesa tem sido preocupação de estudiosos desde o século 16, mas somente no século 20 é objeto de regulamentação.<br />
Em 1975, o acordo ortográfico, elaborado pela Academia Brasileira de Letras e pela Academia das Ciências de Lisboa, não foi aprovado por motivos de caráter político. Uma nova tentativa aconteceria em 1986, estimulada pelo acadêmico Antonio Houaiss. Pelas normas comuns definidas na época, a unificação da grafia aconteceria em 99,5% do vocabulário geral da língua. A aprovação foi impedida por reações polêmicas, segundo Proença Filho. </p>
<p>Já em 1990, mais um novo documento é elaborado, com base nos acordos não aprovados de 1975 e 1986. O texto final, destinado a unificar a grafia de 98% do vocabulário geral do idioma, foi assinado em Lisboa por representantes das nações de Língua Portuguesa. O documento foi aprovado pelos congressos de Portugal e Cabo Verde. Em 1995, foi aprovado por parlamentares brasileiros. </p>
<p>Em 1996, com a criação da CPLP, os países assinaram um protocolo modificativo do acordo, em 1998, alterando a data de vigência. Em 2004, foi assinado um novo protocolo modificativo para a adesão do Timor-Leste às normas, já que o país conquistou sua independência em 2002. </p>
<p>Fonte: Redação UOL Educação &#8211; SP</p>
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		<title>Como lidar com Gerúndio</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:39:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Não devemos usar o gerúndio para reforçar a idéia de progressividade no futuro. Vejam alguns exemplos:
 Eu vou estar estudando o projeto de lei. Estaremos transferindo a quantia amanhã.
 As frases adequadas são: Eu estudar o projeto de lei. Transferiremos a quantia amanhã.
 É um problema o emprego do gerúndio, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Não devemos usar o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">gerúndio</a> para reforçar a idéia de progressividade no futuro. <span id="more-462"></span>Vejam alguns exemplos:</p>
<p> Eu vou estar estudando o projeto de lei. Estaremos transferindo a quantia amanhã.</p>
<p> As frases adequadas são: Eu estudar o projeto de lei. Transferiremos a quantia amanhã.</p>
<p> É um problema o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">emprego do gerúndio</a>, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração subordinada adverbial e, de certo modo, uma função adjetiva. Para ser bem empregado, o gerúndio deve estar o mais perto <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">possível</a> do sujeito ao qual se refere.</p>
<p> </p>
<p>Exemplo:</p>
<p> Vi teu filho nadando.</p>
<p> Nadando, vi teu filho. (o sentido é diferente)</p>
<p> O gerúndio traz vários significados diferentes. Abaixo alguns exemplos:</p>
<p> </p>
<p>» Gerúndio modal: Chegou alegrando o ambiente.</p>
<p> » Gerúndio temporal. Indica contemporaneidade entre a ação expressa pelo verbo principal e o gerúndio: Vi Henrique conversando.</p>
<p> » Gerúndio durativo: Ficou escrevendo seu livro.</p>
<p> » Gerúndio cuja ação é imediatamente anterior à do verbo principal: Estudando, passou no vestibular em primeiro lugar.</p>
<p> » Gerúndio concessivo: Chovendo, não iria à festa.</p>
<p> » Gerúndio explicativo: Vendo que a suspensão não funcionava, o piloto chamou o mecânico.</p>
<p> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: right"><em>Fonte: Julio Batisti</em></p>
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