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	<title>TRADUÇÃO TÉCNICA &#124; TRADUÇÃO INGLÊS &#124; FAZEMOS TRADUÇÃO DE TEXTOS &#124; EMPRESA DE TRADUÇÃO &#124; TARDUÇÃO TÉCNICA &#124; TRADUÇÃO DE DOCUMENTOS &#124; TRADUÇÃO DE TEXTOS &#124; TRADUZIMOS PRA VOCÊ &#187; Traduções</title>
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		<title>Fazendo redações</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A base para uma boa redação é sempre saber criticar bem os assuntos tratados. Por isso, você tem de estar bem informado, se realmente quiser criticar algo com sabedoria e razão. Saber discutir fatos ocorridos no Senado é saber escolher entre o SIM e o NÃO &#8211; jamais fique no &#8220;talvez&#8221;, &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;pode ser&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A base para uma boa redação é sempre saber criticar bem os assuntos tratados. Por isso, você tem de estar bem informado, se realmente quiser criticar algo com sabedoria e razão. <span id="more-469"></span>Saber discutir fatos ocorridos no Senado é saber escolher entre o SIM e o NÃO &#8211; jamais fique no &#8220;talvez&#8221;, &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;pode ser&#8221; no meio de uma redação, pois você tem de ter OPINIÃO (claro que ela deve estar &#8220;tudo a ver&#8221; com o tema; caso contrários você não estará criticando nada, e sim estará assinando o contrato para ser criticado) &#8211; com sabedoria. Porém, faça isso sempre respeitando tudo, com CAUTELA e muita EDUCAÇÃO. Criticar não é apenas falar coisas &#8220;ruins&#8221;, e sim falar de coisas &#8220;boas&#8221; também.</p>
<p>-<strong>Tenha sempre uma boa rede de informações<br />
</strong>Bom, como disse anteriormente, para saber criticar, é preciso estar bem informado, e estar a par de absolutamente todos os acontecimentos do mundo. Tente assistir todos os dias aos telejornais de qualidade, que discutam sobre assuntos variados &#8211; curiosidades, acidentes, futebol. Enfim, TUDO -, sempre nos mínimos detalhes. Navegue em sites de notícias que são atualizadas a cada minuto; leia jornais locais; compre revistas que comentem todo tipo de manchete; leia todo tipo de informativo que puder.<br />
Mesmo que você encontre uma notícia &#8220;bananinha&#8221;, leia-a com atenção; quem sabe lhe seja útil em algo futuramente? Não importa o que seja, leia, releia e leia de novo. Sem uma boa variedade de informações, a pessoa não é capaz nem de criticar, que é a base para se produzir um bom texto.</p>
<p>-<strong>Escreva em português, não em grego nem alemão<br />
</strong>Bem, a dica mais óbvia é essa: a sabedoria de português. Claro que a crítica e a criatividade são os mais importantes na hora da &#8220;apuração&#8221;, digamos, dos pontos; porém, a gramática é essencial para qualquer coisa que se almeje na vida. Não adianta a pessoa possuir uma boa crítica e boas opiniões; saber escrever corretamente é terminantemente fundamental. Em suma, basicamente todo bom redator deveria aprender com os próprios erros na escrita, e já deveria estar sabendo gramática corretamente&#8230;</p>
<p>-<strong>Saiba &#8220;juntar&#8221; as informações que você tem<br />
</strong>Vamos supor que a redação esteja &#8216;pedindo&#8217; para você escrever um texto sobre a TV Digital. Então, você sabe que a tecnologia possui maior e melhor resolução em relação à TV comum. E também sabe que o preço de um conversor agora não sai por menos de 700 reais. Ou seja, para você &#8220;inserir&#8221; isso numa redação, você teria que separar parágrafos falando desses pontos. Por exemplo; escreva ao lado da folha o seguinte: Parágrafo um [...]; parágrafo dois &#8211; falar dos benefícios da TV Digital em relação à TV usual; parágrafo três [...]; parágrafo quatro &#8211; comentar o preço de um conversor de TV Digital no Brasil; e por aí vai. Ou seja, você tem que fazer como num roteiro qualquer, separando cada ponto em um parágrafo diferente.<br />
Ou então, você pode optar por comentar pontos diferentes num mesmo parágrafo. Por exemplo; a TV Digital possui benefícios tal tal tal em relação à TV comum, e blá blá blá. A novidade é ótima, porém o preço de um conversor atualmente não sai por menos de 700 reais, por isso, blá blá blá. Resumindo, você começa com um assunto, mas de algum jeito acaba &#8220;partindo&#8221; para outro ponto relacionado ao que está em questão.</p>
<p>-<strong>Separe a redação em pontos e verifique a existência da narrativa</strong><br />
Para as redações cujo tema seja a criação de histórias/contos, a dica é sempre verificar a existência dos básicos &#8220;apresentação, clímax e desfecho&#8221;. Há outros pontos também existentes, mas esses três<br />
são os fundamentais para qualquer tipo de narração. Faça sempre as perguntas para si mesmo: &#8220;Qual é o clímax? Ele realmente existe? E o desfecho, dá um &#8216;ponto final&#8217; ao clímax? A apresentação realmente apresenta alguma coisa/alguém?&#8221;<br />
Na realidade, há também conflitos que vêm antes do clímax, que também são importantes. Verifique a existência deles na redação, podem ser úteis na hora do desenrolar da trama.</p>
<p>-<strong>Não seja uma máquina de xerox<br />
</strong>Tão óbvio quanto quanto saber gramática.<br />
Criatividade nessa parte, certamente, é indispensável. Não adianta copiar um trecho de algum lugar em que você o tenha lido, caso esteja relacionado ao assunto, pois você não saberá como terminar seu texto. É os mesmo que escrever o seguinte trecho, o qual você copiou de algum lugar: &#8220;Dona Rosinha saiu para passear, e de repente teve um atque cardíaco no meio da neve por onde passava&#8221; (OK, exagerei um pouco nessa). Você obviamente terá de explicar o motivo do ataque cardíaco, e nem sempre as pessoas sabem a origem da doença. E não adianta dar um desfecho à história sem essa explicação, pois tal ato implicará na descontagem de valiosos pontos.</p>
<p>-<strong>Saiba IMPROVISAR</strong><br />
É importante saber que, ao escrever algo, ocorre um inesperado logo no meio do texto. E, muitas vezes, é preciso apagar desde o início, e começar tudo novamente. Certamente dá muita raiva quando acontece isto, e para que não ocorra mais, é preciso saber &#8220;improvisar&#8221;.<br />
Sempre que você tiver uma &#8220;idéia revolucionária&#8221; na cabeça, há grandes chances de não dar certo. E, pior: você só descobre isso quando está no finalzinho da redação. E você logo pensa: &#8220;Vou ter de apagar tudo de novo!&#8221;. Mas nem sempre isso é necessário. A sua &#8220;idéia revolucionária&#8221; é revolucionária pois é criativa e tem tudo para te salvar da nota vermelha, sendo assim, após pensar em apagar tudo e recomeçar, teria que desmanchar essa mesma idéia e criar uma nova. Ou seja, vai ter que finjir que a idéia revolucionária nem existiu.<br />
Mas nunca opte por outra. Se você gostou da sua história só por causa dessa idéia, não vale a pena priorizar outros pontos da trama que nem eram tão legais e ter de apagar justo a única coisa fez a sua redação realmente valer a pena. Então, prefira APAGAR TUDO O QUE &#8220;NÃO BATE&#8221; com a idéia, e fazer com que esses itens se tornem &#8220;tudo a ver&#8221; com o pensamento principal. O intruso não é a idéia, e sim esses itens &#8220;nada a ver&#8221; com ela.<br />
Resumindo, quando você tem uma boa idéia (desde que ela seja revolucionária mesmo, se não, não valerá a pena), não desista dela, e ao invés de apagar o Messias da sua redação, apague os intrusos que se opõem a ele. Entende?<br />
-<strong>Leia, leia e leia! Ouvir também, aliás&#8230;</strong><br />
Dizem que o bom redator é aquele que lê incansavelmente livros e textos de todo o tipo. E eu concordo totalmente com isso. Só aprendi a fazer redações lendo muito, e acho que muitos também passaram por isto. Então, a dica que prevalesce sobre todas as outras é LER tudo o que você for capaz. Livros, revistas, jornais, folhetos, anúncios, enfim, leia TUDO, sobre assuntos variados, como eu já citei lá em cima, no início. Ao ler, você acaba &#8220;pegando o jeito&#8221; do autor. Passa a escrever mais ou menos como ele, acredite. E, se ele escreve bem, melhor ainda. Você estará passando a escrever BEM COMO ELE.<br />
Outra coisa que também é importante; ouça rádios (noticiários, digo), debates, podcasts, e tudo o que você achar que envolva formalidade. A pessoa acaba escrevendo tudo formalmente também, principalmente se o que ela estiver escrevendo for uma crítica. Passa a criticar melhor, e com mais formalidade.</p>
<p>-<strong>E, a dica final&#8230; faça tudo com muito entusiasmo!<br />
</strong>Concorda comigo que, quando está feliz, uma pessoa faz tudo bem melhor e mais bem feito? Numa prova, por exemplo, a pessoa acerta logo as primeiras cinco questões com facilidade. Esse &#8220;entusiasmo&#8221; vai servir como um &#8220;combustível&#8221; para ela terminar a prova sem nervosismo, e também a incentivará a fazer todas as questões com calma, pois vê que é completamente capaz. Pois é, na redação é simplesmente a mesmíssima coisa.</p>
<p><em>Fonte: Mundovestibular &#8211; Erika</em><br />
Bom, resumindo tudo agora. Para se escrever uma boa redação, é preciso:<br />
-saber criticar<br />
-estar sempre bem informado de tudo o que acontece no mundo<br />
-saber o básico de gramática e língua portuguesa<br />
-saber &#8220;juntar&#8221; tudo o que você sabe do assunto pedido na prova/trabalho<br />
-no caso de histórias, separar a redação em pontos como apresentação, clímax e desfecho; além de se perguntar se há a presença dos mesmos<br />
-ser criativo e não copiar<br />
-ter bons improvisos<br />
-ler e ouvir tudo o que você puder, de livros a simples folhetos<br />
-ter entusiasmo em tudo o que fizer<br />
-e, o principal: seguir tudo isso, além de ter uma boa percepção para poder discutir tudo o que for necessário!</p>
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		<title>Como lidar com Gerúndio</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Não devemos usar o gerúndio para reforçar a idéia de progressividade no futuro. Vejam alguns exemplos:
 Eu vou estar estudando o projeto de lei. Estaremos transferindo a quantia amanhã.
 As frases adequadas são: Eu estudar o projeto de lei. Transferiremos a quantia amanhã.
 É um problema o emprego do gerúndio, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Não devemos usar o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">gerúndio</a> para reforçar a idéia de progressividade no futuro. <span id="more-462"></span>Vejam alguns exemplos:</p>
<p> Eu vou estar estudando o projeto de lei. Estaremos transferindo a quantia amanhã.</p>
<p> As frases adequadas são: Eu estudar o projeto de lei. Transferiremos a quantia amanhã.</p>
<p> É um problema o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">emprego do gerúndio</a>, tanto que alguns escritores evitam empregá-lo. Ele constitui uma oração subordinada adverbial e, de certo modo, uma função adjetiva. Para ser bem empregado, o gerúndio deve estar o mais perto <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">possível</a> do sujeito ao qual se refere.</p>
<p> </p>
<p>Exemplo:</p>
<p> Vi teu filho nadando.</p>
<p> Nadando, vi teu filho. (o sentido é diferente)</p>
<p> O gerúndio traz vários significados diferentes. Abaixo alguns exemplos:</p>
<p> </p>
<p>» Gerúndio modal: Chegou alegrando o ambiente.</p>
<p> » Gerúndio temporal. Indica contemporaneidade entre a ação expressa pelo verbo principal e o gerúndio: Vi Henrique conversando.</p>
<p> » Gerúndio durativo: Ficou escrevendo seu livro.</p>
<p> » Gerúndio cuja ação é imediatamente anterior à do verbo principal: Estudando, passou no vestibular em primeiro lugar.</p>
<p> » Gerúndio concessivo: Chovendo, não iria à festa.</p>
<p> » Gerúndio explicativo: Vendo que a suspensão não funcionava, o piloto chamou o mecânico.</p>
<p> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: right"><em>Fonte: Julio Batisti</em></p>
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		<title>Editor fala de como uma tradução pode piorar ou até melhorar um texto</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 19:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: Juliana Simonetti &#8211; Redação Cruzeiro do Sul
Antes de encarar clássicos como “Dom Quixote”, de Cervantes, “Guerra e Paz”, de Tolstói, ou “Ulisses”, de James Joyce &#8211; trajetórias que, sem dúvida, exigirão fôlego do leitor -, para garantir que o caminho seja recompensador e percorrido sem grandes percalços, vale a pena pesquisar qual a melhor tradução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=42&amp;id=257093">Juliana Simonetti &#8211; Redação Cruzeiro do Sul</a></p>
<p style="text-align: left;">Antes de encarar clássicos como “Dom Quixote”, de Cervantes, “Guerra e Paz”, de Tolstói, ou “Ulisses”, de James Joyce &#8211; trajetórias que, sem dúvida, exigirão fôlego do leitor -, para garantir que o caminho seja recompensador e percorrido sem grandes percalços, vale a pena pesquisar qual a melhor<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> oferecida no mercado editorial brasileiro, senão corre-se o risco de trocar gato por lebre. Ponte entre o leitor e o autor, o tradutor, que é apresentado nas primeiras páginas do livro e que muita gente nem dá muita importância, é peça-chave na literatura estrangeira e pode, facilmente, levar o leitor a amar ou odiar uma obra, com ou sem razão. “Tem gente que diz que não conseguiu passar das primeiras páginas de Dom Quixote, por exemplo. Na maioria das vezes, essa pessoa pode ter em mãos uma má <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> ou, na melhor das hipóteses, uma<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> desatualizada. Neste caso, engana-se o leitor ao dizer que não gostou de Cervantes. Ele não leu Cervantes”, explica Nelson Fonseca Neto, 32, que é professor de literatura e proprietário de uma livraria na cidade.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-458"></span>Na literatura russa o problema pode ser ainda mais grave, já que muitas editoras trabalham com a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> indireta, ou seja, do russo para o francês (ou <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">inglês</a>, espanhol&#8230;) e, posteriormente, do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">francês para o português</a>. “Perde-se muita coisa. Os franceses tendem a aparar as pontas e fazer isso com Dostoiévski, por exemplo, é fatal”, comenta.</p>
<p style="text-align: left;">Nelson, que trabalhou na preparação de originais da editora Cosac Naify e ajudou na <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> de “Rockers” (de Bob Gruen) , diz que não é incomum encontrar <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">traduções</a> que desfiguram o texto original. “Tem muito autor que tem um tom mais coloquial e simples, e quando você vê a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a>, o texto aparece de maneira mais solene, o que compromete toda a compreensão do leitor. Há também casos em que o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a> parece querer simplificar as coisas ao leitor, e isso também é bastante perigoso.”</p>
<p style="text-align: left;">As dificuldades na<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> literária são grandes, pois além das questões relativas ao idioma, o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a> tem que estar atento para chegar o mais próximo possível da poética do autor, aos efeitos literários que se referem a características como a melodia do texto e até sua linguagem plástica. Gírias, trocadilhos, neologismos e regionalismos podem deixar as coisas mais difíceis. Na poesia, a complexidade chega a níveis ainda mais elevados. “São diversas sutilezas, por isso o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a>, além de um domínio profundo do idioma, deve ter uma veia criativa”, enfatiza Nelson. Por isso, muitos dos grandes tradutores também são autores: um caminho de duas vias.</p>
<p style="text-align: left;">Mas, afinal, é possível falar em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> perfeita, definitiva? Nelson acredita que é impossível pensar em uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> definitiva para textos literários. Até porque uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> pode ser boa para uma determinada época e ficar desatualizada ao longo do tempo, devido às modificações da própria linguagem vigente. “A<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> é uma tentativa de aproximação, algumas se aproximam com mais intensidade e intimidade. É uma tentativa de entrar no coração da literatura e isso é um trabalho que exige muita dedicação. Para você ter uma idéia, Bernardina da Silveira Pinheiro demorou cerca de sete anos para traduzir Ulisses. Você realmente tem que ser apaixonado pelo texto, não acha?”, explica.</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Homero de Campos ou Haroldo da Grécia?<span style="font-weight: normal;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align: left;">E a tal veia criativa de alguns <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutores</a> pode ser tão apurada que há casos em que a<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> revela-se melhor do que o texto original, como atesta o escritor argentino Jorge Luis Borges, autor de “Aleph”: “A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> de Baudelaire da obra de Poe é, evidentemente, superior ao texto de Poe, uma vez que Baudelaire tinha senso estético mais fino do que Poe”.</p>
<p style="text-align: left;">Nelson Fonseca Neto afirma que o mesmo aconteceu com uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> feita por Paulo Leminsky para uma obra de John Lennon, “Um atrapalhado no Trabalho”. “Lennon era um jovem imaturo na época. Acredito que Leminsky tenha sim melhorado o trabalho”, opina.</p>
<p style="text-align: left;">Há alguns casos em que é preferível utilizar o termo “transcriação” para determinadas traduções, como observa o sorocabano. “Sem dúvida é um processo bem mais arriscado”, explica. Haroldo de Campos, que além de poeta concreto tinha uma carreira sólida como <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a>, se arriscou pelos caminhos de “Ilíada”, de Homero. O resultado, segundo Neto, é bastante bom, apesar de se distanciar de Homero em sua opinião. “É de uma imaginação incrível. Tem horas que parece que você está diante de uma poesia concreta, mas está lendo, a princípio, Homero, entende?”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: left;">Sendo assim, é de se pensar no talento dos <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutores</a> de Paulo Coelho, não?</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Exemplos</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Nelson Fonseca Neto separou dois exemplos para que o leitor possa entender um pouco sobre como a<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a>influencia na leitura de uma obra. Na primeira frase de “Anna Kariênina”, uma das mais célebres aberturas de romance da história literária, de Tolstói, Nelson aponta duas disponíveis versões. O tradutor João Gaspar Simões apresenta, em edição da Nova Aguilar, o seguinte texto: “Todas as famílias felizes se parecem entre si; as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira”. Em uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> mais recente de Rubens Figueiredo, pela Cosac Naify, a frase é a seguinte: “Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira”.</p>
<p style="text-align: left;">“A mudança é bem sutil. Na primeira versão, as frases aparecem de maneira indireta, o que, num primeiro momento, não parece ser tão crítico. Mas pense que essas diferenças surgirão a cada linha de um romance de 800 páginas”, enfatiza.</p>
<p style="text-align: left;">Em “Irmãos Karamázov”, de Dostoiévski, podemos verificar o mesmo. Na <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> de Oscar Mendes, da Editora Nova Aguilar, novamente, são apresentadas construções indiretas. “Alieksiéi Fiódorovitch Karamázov era o terceiro filho de um proprietário de terras de nosso distrito, Fiódor Pávlovitch, tão conhecido em seu tempo (dele se lembram, aliás, ainda) pelo seu fim trágico, ocorrido há treze anos e de que falarei mais adiante”. Na<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> mais recente de Paulo Bezerra, direta do russo (Editora 34), tem-se: “Alieksiêi Fiódorovitch Karamázov era o terceiro filho do fazendeiro de nosso distrito Fiódor Pávlovitch Karamázov, muito famoso em sua época (aliás, ainda hoje é lembrado entre nós) por seu fim trágico e obscuro, ocorrido há exatos treze anos, e sobre o qual relatarei no devido momento”.</p>
<p style="text-align: left;">“As duas versões falam da mesma situação, mas como a segunda caminha melhor, né, não? Perceba como cada um resolveu a questão dos parênteses. A <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> mais antiga já coloca vários obstáculos nas primeiras linhas, imagine o drama de ler quase mil páginas assim”, comenta Nelson.</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Cartas a um dedicado tradutor</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Autores como James Joyce ou Guimarães Rosa, que inventaram uma porção de palavras, podem dar forte dor de cabeça a seus tradutores. No caso de Rosa, como traduzir a palavra “tantamente” ou o que dizer de “quinculinculim” ou “amormeuzinho”?</p>
<p style="text-align: left;">Foi apostando nessa possibilidade que Guimarães Rosa inventou mais uma palavra: era preciso “traduzadaptar-se”, como disse a seu tradutor italiano Edoardo Bizzarri.</p>
<p style="text-align: left;">Para quem tem a curiosidade de espiar um pouco desse processo e enveredar-se pelo “coração da literatura” (como apontou Nelson Fonseca Neto), uma boa dica é o livro “Guimarães Rosa &#8211; Correspondência com seu tradutor italiano &#8211; Edoardo Bizzarri” (Editora Nova Fronteira).</p>
<p style="text-align: left;">Ao longo de dezenas de cartas é possível notar em Guimarães Rosa a generosidade do escritor e mergulhar em sua linguagem. Disse a Bizzarri em uma das missivas: “Não se prenda estreito ao original. Vôe por cima, e adapte, quando e como bem lhe parecer (&#8230;) Eu, quando escrevo um livro, vou fazendo como se o estivesse traduzindo de algum ‘ato original’, existente alhures, no mundo astral ou no plano das idéias, dos arquétipos, por exemplo. Nunca sei se estou acertando ou falando nessa <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a>. Assim, quando me re-traduzem para outro idioma, nunca sei, também, em casos de divergência, se não foi o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">Tradutor</a> quem, de fato, acertou, reestabelecendo a verdade do original ideal, que eu desvirtuara&#8230;”.</p>
<p style="text-align: left;">Bizzarri, do outro lado, vivia as angústias de adentrar naquele sertão do tamanho do mundo. “Confiava, progredindo na<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a>, reduzir o número das dúvidas. Parece que está acontecendo o contrário. A luta com o concreto, exótico, o termo no seu sentido material e na sua ligação etimológica é, de fato, brava; mas preciso enfrentá-la e esmiuçar tudo, para depois tentar chegar à reconstrução da mensagem poética”. Quando enfim terminou o trabalho, desabafou a Guimarães. “Primeiro: com toda a sinceridade, peço-lhe desculpas. A<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/"> tradução</a> &#8211; acho &#8211; saiu, comparativamente boa. Duvido que outro <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutor</a> tivesse enfrentado a tarfea com maior dedicação, esforço, estudo, vontade de acertar. Mas aqui vem o Diabo. Duvido também, e muito, que a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/traducao-tecnica-traducao-de-texto-servicos/">tradução</a> tenha saído como eu almejava, como eu queria mesmo que fosse. Excesso de ambição?</p>
<p style="text-align: left;">Certo, presumi de minhas forças quando, num impulso de amizade e otimismo, aceitei os prazos do editor. Agora, Você, Miguilim e eu sabemos que nada é pesado demais, ‘se a gente puder ir devagarinho como precisa, e ninguém não gritar com a gente para ir depressa demais”.</p>
<p style="text-align: left;">Não havia com o que se preocupar, do outro lado estava Guimarães: “O volume está aqui. Reabro-o, no momento, em qualquer página, qualquer parágrafo, qualquer frase &#8211; e dou gritos de marinheiro descobridor de novas terras, de sertanejo na seca achada de outras águas. Alelúia. No geral e em cada detalhe, Você foi imenso (&#8230;) Basta dizer que, pelo menos duas das estórias (a de Lélio e Lina e a do Cara-de-Bronze) me parecem agora, sim, verdadeiramente escritas, levadas, fiel e muito, acima do original. Mas, o livro inteiro, apresentase-me em outra luz, represtigiado. Você milagrosamente, atendeu a tudo: mas mais, mais para adiante, mais avante, mais à frente. Fico tonto”.</p>
<p style="text-align: left;"><strong style="FONT-WEIGHT: bold"><span style="color: #8e2222;">Grandes tradutores sorocabanos</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Entre os grandes <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">tradutores</a> brasileiros da atualidade, destacam-se dois sorocabanos: José Rubens Siqueira (que já fez <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/" target="_blank">traduções</a> de obras de escritores como J.M. Coetzee e Doris Lessing, ambos vencedores do Prêmio Nobel de Literatura, além do americano Paul Auster, entre outros) e Modesto Carone, mais conceituado tradutor da obra de Franz Kafka.</p>
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		<title>A Importância Dos Tradutores Na História E Na Sociedade</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Atualmente os tradutores têm uma importante participação cultural no mundo, onde distribuem conhecimento.
Quando você está traduzindo um livro de romance você está transmitindo uma cultura, um costume de outros povos.
Imagine você que tem uma vida acadêmica e intelectual, só com o conhecimento que os seus parentes e sociedade lhe deram, certamente você teria uma mente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 0pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 0px; padding-left: 0pt;">
<p><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/caderno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-226" title="caderno" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/caderno.jpg" alt="caderno" width="180" height="137" /></a></div>
<p>Atualmente os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutores</a> têm uma importante participação cultural no mundo, onde distribuem conhecimento.</p>
<p>Quando você está <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzindo</a> um livro de romance você está transmitindo uma cultura, um costume de outros povos.</p>
<p>Imagine você que tem uma vida acadêmica e intelectual, só com o conhecimento que os seus parentes e sociedade lhe deram, certamente você teria uma mente reduzida com falta de conhecimento.</p>
<p>Hoje a maioria dos artigos científicos e até as descobertas cientificas são publicados em <a href="http://http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">inglês,</a> dai o importante papel do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> na sociedade.</p>
<p><span id="more-207"></span>Keythe Tavares em uma de suas palestras usou o termo “parteiro” para caracterizar o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/">tradutor,</a> no sentido de que o texto é concebido numa <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">língua/cultura</a> e nasce em outra língua/cultura por meio da ação do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a>, “aquele que faz nascer o saber por meio do seu trabalho”, de acordo com o conceito do filósofo grego Platão.</p>
<p><strong><span style="color: #8e2222;">A arte de </span><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/planner/index.php/servicos/" target="_blank"><span style="color: #8e2222;">traduzir </span></a><span style="color: #8e2222;">e as suas dificuldades</span></strong></p>
<p>Falar de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> é falar de arte.</p>
<p><a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">Traduzir</a> não é só obter uma página ou um artigo em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">outro idioma</a> qualquer e passar para a sua língua de origem, existem muitos obstáculos em meio à <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> tem que ter um conhecimento geral cultural da língua que ele é especializado.</p>
<p>Vamos falar da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução técnica</a>.</p>
<p>Nós <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutores</a> somos desafiados a todo o momento com <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduções técnicas</a>, <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzir</a> um artigo técnico que não é de sua área, ou seja, quando você não conhece o vocabulário e os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">termos técnicos</a>, é o mesmo que atirar com os olhos vendados em um pássaro por não conhecer os <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">termos técnicos</a> da área que você está traduzindo.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> tem que ter conhecimento etimológico da área em que ele está <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzindo</a>, ou seja, ele tem que basicamente conhecer a evolução do significado de uma palavra desde sua origem, <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">significa</a> descobrir seu verdadeiro sentido e conhecê-la de forma mais completa.</p>
<p>Fonte: www.artigonal.com</p>
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		<title>Dia do Tradutor ou da Secretária?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Um belo dia, lá para o ano de 382, o papa Dâmaso chegou à conclusão de que alguém precisava dar um jeito na Bíblia latina.
A Bíblia, como entendida pelos cristãos, é uma coletânea de textos escritos originalmente em hebraico e aramaico. O que os cristãos chamam Novo Testamento só nos resta em grego.
Havia, desde o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:left; padding-top: 0pt; padding-right: 10pt; padding-bottom: 5px; padding-left: 0pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-230" title="oculos" src="http://www.plannertraducoes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/oculos.jpg" alt="oculos" /></div>
<p>Um belo dia, lá para o ano de 382, o papa Dâmaso chegou à conclusão de que alguém precisava dar um jeito na Bíblia latina.</p>
<p>A Bíblia, como entendida pelos cristãos, é uma coletânea de textos escritos originalmente em hebraico e aramaico. O que os cristãos chamam Novo Testamento só nos resta em grego.</p>
<p>Havia, desde o tempo de Alexandre Magno, uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> grega das escrituras judaicas, feita pela comunidade judaica de Alexandria, mas, à medida que o cristianismo se expandia para o ocidente e se perdia o conhecimento de grego, fazia-se necessária uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> em latim, que era a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">língua</a> que a maioria entendia.</p>
<p>Na verdade, já existia um texto latino, ou, melhor dizendo, uma porção deles, mas nenhum muito confiável. Era necessário, então &#8211; entendia o papa &#8211; fazer uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> que prestasse ou, ao menos, revisar, organizar, uniformizar e consolidar o que havia.</p>
<p><span id="more-197"></span>O papa encarregou seu secretário de arrumar aquilo tudo. Já naquela época, <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> era considerada coisa de secretária, como você vê.</p>
<p>O secretário do papa era um tal de Eusebius Sophronius Hieronymus. Sabia latim, que era o que se falava em Roma, sabia bem grego, como todo homem culto de seu tempo, e enganava bem em hebraico.</p>
<p>Sua vida agitadíssima, algo rocambolesca, terminou em 30 de setembro de 420.</p>
<p>Intelectual cristão respeitado até pelos judeus, Jerônimo teve lá suas limitações e falhas, como todo <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> que se preze. Não vou agora ficar apontando as falhas dele como <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a>.</p>
<p>Nem que quisesse, poderia, porque entendo quase nada de latim, menos ainda de grego e absolutamente nada de hebraico e aramaico.</p>
<p>O objetivo deste artigo era simplesmente lembrar por que dia <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">30 de setembro</a> é dia da secretária e também <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">dia do tradutor</a> e desejar a todos nós um bom ano<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank"> tradutório</a> e &#8211; por que não dizer &#8211; secretarial.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.tradutorprofissional.com/</p>
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		<title>Como traduzir textos técnicos</title>
		<link>http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/como-traduzir-textos-tecnicos/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Textos técnicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Em primeiro lugar, o tradutor precisa estar familiarizado com o assunto de que trata o texto.
Não adianta o tradutor encontrar uma tradução adequada para um determinado termo se ele não entende o significado do termo.
Um erro comum é usar traduções de dicionários bilíngües ou glossários de terceiros sem procurar o sentido do termo em questão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> precisa estar familiarizado com o assunto de que trata o texto.</p>
<p>Não adianta o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> encontrar uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> adequada para um determinado termo se ele não entende o significado do termo.</p>
<p>Um erro comum é usar <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduções</a> de dicionários bilíngües ou glossários de terceiros sem procurar o sentido do termo em questão, nem compreender de que forma ele é usado por profissionais da área. Estar familiarizado não significa saber tudo sobre a área em questão.</p>
<p><span id="more-88"></span>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> familiarizado saberá, por exemplo, onde encontrar as <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">melhores soluções</a> para suas dúvidas de terminologia e dominará as técnicas de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução específicas</a> para os textos da área.</p>
<p>A leitura cuidadosa, do início ao fim, do texto original é essencial para a compreensão do texto. Mesmo assim, há <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutores</a> que não lêem o texto antes da tradução e traduzem à medida em que lêem.</p>
<p>Na verdade, a leitura prévia deve acontecer bem antes da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>, ainda na fase de elaboração do orçamento – só assim o tradutor poderá determinar com maior precisão o tempo necessário para <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzir </a>e os problemas potenciais do original e da futura <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> e, com essas informações, oferecer ao cliente um preço adequado pelo serviço.</p>
<p>Ainda antes da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>, é essencial também fazer o glossário dos termos novos encontrados no texto a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzir</a> e, é claro, pesquisar esses termos nos dois idiomas – na língua de partida e na língua de chegada.</p>
<p>Não raro, parte dos <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">termos técnicos</a> somente ganhará uma <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> boa no decorrer da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>, pois dependem da <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a> de outros termos ou de uma certa dose de inspiração que só ocorre quando o tradutor está profundamente mergulhado no estilo e vocabulário do texto.</p>
<p>Um dos grandes problemas de manuais técnicos em geral é quando o autor do original não escreve bem.</p>
<p>Alguns tradutores não se dão conta disso, acham que o original faz perfeito sentido e produzem <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduções</a> igualmente sem sentido.</p>
<p>É comum o autor de um manual em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">inglês</a> não ser nativo do <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">inglês</a> (pode ser um alemão, um sueco ou um mexicano, por exemplo), e é bem possível que o autor use o chamado “inglês internacional”, uma versão híbrida do<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank"> idioma inglês</a>, ocasionalmente com sintaxe e ortografia estranhas em relação às normas cultas nacionais do<a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank"> inglês</a> (americano, britânico, canadense etc.).</p>
<p>É importante o tradutor saber reconhecer esse tipo de problema.</p>
<p>Em caso de dúvidas na compreensão do estilo ou de termos técnicos, é bom procurar o cliente. Ao contrário do que muita gente pensa, um tradutor com dúvidas não é necessariamente um <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/planner/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> incompetente, mas sim um profissional preocupado em agregar valor ao seu próprio serviço e em atender ao cliente da melhor maneira possível.</p>
<p>Se o cliente for um cliente direto, possivelmente o contato será rápido e enriquecedor para o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> e deixará o cliente mais confiante na competência do tradutor.</p>
<p>Se o cliente for uma agência de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>, muitas vezes o contato é demorado e truncado, pois a agência pode não querer que o tradutor e o cliente final estejam em contato direto, ou o contato acaba tendo tantos intermediários a ponto de ser impraticável.</p>
<p>Na elaboração de glossários com os termos desconhecidos, é importante usar fontes seguras. E na maioria das vezes, os glossários bilíngües encontrados na internet não são fontes seguras.</p>
<p>Fontes seguras seriam, por exemplo, glossários, léxicos e dicionários “monolíngües” criados por empresas atuantes na área de que trata o original.</p>
<p>Nada de glossários bilíngües elaborados por alunos de determinados cursos de tradução ou por determinados sites de agências de <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>.</p>
<p>Comparando fontes monolíngües no idioma de partida e no idioma de chegada, o tradutor chega com mais certeza às traduções de determinados termos.</p>
<p>Mas embora devam ser usados com cautela, os dicionários bilíngües ainda são capazes de ajudar bastante o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a>.</p>
<p>Em <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">documentações técnicas</a> de aparelhos, costuma haver partes que não precisam ser <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzidas</a>.</p>
<p>Por exemplo, geralmente há menção a dizeres de telas do software de comando dos aparelhos: ON, OFF, PUSH, SHUT-DOWN, ALARM.</p>
<p>Aqui é importante observar se o software de comando também foi ou está sendo traduzido. Muitas vezes, o software não é traduzido, e por isso o tradutor deverá deixar no <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">idioma</a> original as instruções de tela que aparecem no texto.</p>
<p>Mas haverá também ocasiões em que essas instruções devem ser <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">traduzidas</a>. Novamente, o contato entre <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradutor</a> e cliente resolverá essa questão.</p>
<p>Por fim, uma nota sobre a questão do estilo.</p>
<p>O estilo técnico de escrever pode parecer estranho para os amantes da “boa literatura”, mas ele faz perfeito sentido para os leitores dos <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">textos técnicos</a>.</p>
<p>O <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">texto técnico</a> é por natureza “seco”, direto, voltado para informar e não para provocar deleites literários nos leitores. Por isso, é importante o tradutor não tentar embelezar a <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">tradução</a>, sob pena de torná-la enfadonha e imprópria.</p>
<p>Isso não impede, porém, que o tradutor use e abuse de soluções criativas para tornar o texto fluente – isto é: fluente para os leitores de textos técnicos, que são pessoas em busca de informações específicas e objetivas.</p>
<p>Acima de tudo, o <a href="http://www.plannertraducoes.com.br/index.php/servicos/" target="_blank">texto técnico</a>, assim como o literário, o jornalístico e o jurídico, precisa ser idiomático e respeitar as regras de gramática e estilo do idioma de chegada.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.fidusinterpres.com</p>
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